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Maionese na mesa do brasileiro vira prato chique. Agora só em festa de aniversário!

Lei do El Niño! Açúcar brasileiro pode ser o ponto de equilíbrio do mercado global. Legumes tem aumento de 100% em 2026

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De acordo com o IBGE, o tomate subiu 104% em 2026, a cenoura 103% e a batata, 100% • Pixabay/Divulgação

Amigas e amigos do Agro!

Diante disso, maionese virou prato chique na mesa do brasileiro. Só em festa de aniversário!

De acordo com o IBGE, o tomate subiu 104% em 2026, a cenoura 103% e a batata, 100%.

Entre previsões negativas que o El Niño vai espalhando pelo mundo, de repente o Brasil se vê privilegiado entre os países produtores de açúcar, setor que o agro brasileiro lidera na produção e exportação.

Durante vários meses o preço do açúcar no mercado internacional esteve pressionado pela oferta global, só que a chegada do El Niño mostra agora um mapa diferente para os países do hemisfério norte, caso da Índia e Tailândia que figuram entre os maiores produtores do mundo.

Por lá, os produtores devem ser atingidos por uma forte e longa seca reduzindo a produção do açúcar no mercado internacional. Aí, os preços sobem e o Brasil terá açúcar para atender o resto do mundo.

A análise é da consultoria Hedgepoint Global Markets, que prevê um prolongamento da supremacia brasileira durante a safra do ano que vem, permanecendo como ponto de equilíbrio no mercado mundial do açúcar.

Também é verdade que há preocupações com o El Niño aqui no Brasil. Produção de trigo e arroz no sul do país, feijão que é produzido em boa escala no Paraná, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso.

O gado de corte ou leite exige conforto térmico, boa condição dos pastos. Animais confinados com muita chuva se revezando com sol quente trazem problemas sanitários dificultando também o manejo.

Na França o calor bate recorde, terça-feira a temperatura máxima foi de 44,3 graus centígrados. Centenas e milhares de aves já morreram nas granjas e toda a colheita de grãos está sendo feita a noite.

Itatiaia Agro
Valdir Barbosa

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Produtor rural no município de Bambuí, em Minas Gerais, foi repórter esportivo por 18 anos na Itatiaia e, por 17 anos, atuou como Diretor de Comunicação e Gerente de Futebol no Cruzeiro Esporte Clube. Escreve diariamente sobre agronegócio e economia no campo.