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Silêncio: Lula, FIESP e FIEMG ainda não se pronunciaram sobre EUA taxar o aço brasileiro

Industriais aguardam oficialização da medida e se reúnem para avaliar impactos de possível taxação

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Donald Trum deverá ser o candidato republicano nas eleições de novembro • Divulgação | Casa Branca

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e as principais entidades industriais do Brasil ainda não se pronunciaram sobre a taxação que os Estados Unidos devem impor ao aço brasileiro. O percentual, segundo declaração do presidente americano, Donald Trump, será de 25%.

A Federação das Industrias de São Paulo (FIESP) vai se pronunciar somente quando e se houver uma medida oficial do governo americano. A Federação das Industrias de Minas Gerais (FIEMG) ainda está discutindo com o setor o real impacto da medida.

Os industrias querem entender como deve caminhar a política de Trump que, no primerio mandato, chegou a impor a taxação, mas ao longo do tempo flexibilizou, dado o volume de aço exportado pelo Brasil. Muitos empresários brasileiros, inclusive, tem operação siderugica nos Estados Unidos.

O presidente Lula, que disse durante entrevista na semana passada que vai agir com "reciprocidade" em relação das taxações, não vai se pronunciar sobre a declaração de Trump, pelo que apurou a coluna.

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Edilene Lopes é jornalista, repórter e colunista na Itatiaia e analista de política na CNN Brasil. Na rádio, idealizou e conduziu o Podcast "Abrindo o Jogo", que entrevistou os principais nomes da política brasileira. Está entre os jornalistas que mais fizeram entrevistas exclusivas com presidentes da República nos últimos 10 anos, incluindo repetidas vezes Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Messias Bolsonaro. Mestre em ciência política pela UFMG, e diplomada em jornalismo digital pelo Centro Tecnológico de Monterrey (México), está na Itatiaia desde 2006, onde também foi também apresentadora. Como repórter, registra no currículo grandes coberturas nacionais e internacionais, incluindo eventos de política, economia e territórios de guerra. Premiada, em 2016 foi eleita, pelo Troféu Mulher Imprensa, a melhor repórter de rádio do Brasil. Em 2025, venceu o Prêmio Jornalistas Negros +Admirados na categoria Rádio e Texto.

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