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'PT é complacente com o crime', diz Caiado sobre proposta de criar Ministério da Segurança

Para o governador, que é pré-candidato à presidência da República, o desmembramento do Ministério da Justiça não é solução para a segurança

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O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil) • Lula Marques/ Agência Brasil

Um grupo de deputados federais deve levar ao Ministro da Justiça, Ricardo Lewandowiski, nesta quarta-feira (19), a proposta de criação do Ministério da Segurança Pública. A nova pasta seria um desmembramento do ministério comandado pelo ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

Uma das justificativas dos parlamentares é que ter um novo ministério, comandado por um político, facilitaria a interlocução com governadores. Atualmente, a resistência de chefes dos executivos estaduais em relação à PEC da Segurança é um dos entraves para que a proposta do executivo seja fechada. Governadores alegam que as novas regras poderiam retirar a autonomia do estados sobre as forças de segurança, como as policiais civil e militar.

Para o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), a criação de uma nova pasta não resolveria os problemas. "Já tem 38 Ministerios, a criação de mais 1 não alteraria o desgoverno instalado", disse Caiado à coluna.

"O problema não é criar o Ministério e sim saber qual será a política implantada para combater o crime. PT é complacente com o crime", completou o governador de Goiás, que é pré-candidato à presidência da República.

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Edilene Lopes é jornalista, cientista política, repórter e colunista da Itatiaia e analista da CNN Brasil. Com experiência em coberturas nacionais e internacionais, tem ampla experiência em entrevistas exclusivas com presidentes da República. Foi eleita a melhor repórter de rádio do Brasil pelo Troféu Mulher Imprensa e também venceu o Prêmio Jornalistas Negros +Admirados.

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