Frentes Evangélica e Católica negam projeto para mudar padroeira do Brasil
Deputado afirma que 'guerra' visa confundir o eleitor

Representantes da Frentes Evangélica e Católica no Congresso Nacional negam existência de Projeto de Lei para retirada do título de padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida.
Evangélicos
A informação começou a circular na última quinta-feira (24). O deputado federal Gilberto Nascimento (PSD- SP), presidente da Frente Parlamentar Evangélica (FPE), afirmou que não existe proposta nem apoio a nenhuma iniciativa nesse sentido. Além disso, falou que a bancada evangelica zela pelo bom convívio entre todos.
De acordo com ele, essa informação pode estar sendo propagada para acirrar os ânimos, confundir os eleitores e influenciar no resultado das eleições.
Católicos
O deputado federal Luiz Gastão (PSD-CE), presidebte da Frente Parlamentar Apóstolica Romana, também negou a existência de qualquer movimento nesse sentido. Gastão disse ainda que as bancadas estão alinhadas nessa questão e que não há qualquer risco de Nossa Senhora Aparecida deixar de ser a padroeira do Brasil.
De onde veio a história
Um projeto de lei com a proposta foi apresentado, em 2007, pelo ex-deputado federal Victório Galli Filho, que à época era do MDB.
O texto proposto por Galli Filho substituia a condição de padroeira do país e a colocava como padroeira dos brasileiros católicos apostólicos romanos. A matéria foi arquivana na primeira comissão na qual foi discutida.
Em 2019, após perder a reeleição para o mandato de deputado, Gali Filho foi nomeado hoje para atuar como assessor especial da Presidência da República.
Edilene Lopes é jornalista, repórter e colunista na Itatiaia e analista de política na CNN Brasil. Na rádio, idealizou e conduziu o Podcast 'Abrindo o Jogo', que entrevistou os principais nomes da política brasileira. Está entre os jornalistas que mais fizeram entrevistas exclusivas com presidentes da República nos últimos 10 anos, incluindo repetidas vezes Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Messias Bolsonaro. Mestre em ciência política pela UFMG, e diplomada em jornalismo digital pelo Centro Tecnológico de Monterrey (México), está na Itatiaia desde 2006, onde também foi também apresentadora. Como repórter, registra no currículo grandes coberturas nacionais e internacionais, incluindo eventos de política, economia e territórios de guerra. Premiada, em 2016 foi eleita, pelo Troféu Mulher Imprensa, a melhor repórter de rádio do Brasil. Em 2025, venceu o Prêmio Jornalistas Negros +Admirados na categoria Rádio e Texto.



