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Projetos do Pro Trilhos ainda não saíram do papel

Dos nove projetos em Minas, três não chegaram nem a pedir a licença ambiental; Veja também: Fruticultores do Norte do Estado pedem apoio para concluir tubulação

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Relatório apresenta xaio-X do setor de infraestrutura do Brasil • Ministério da Infraestrutura / Divulgação

Lançado em 2021 pelo governo Bolsonaro, o Pro Trilhos, programa que permite ao setor privado construir e operar ferrovias, ramais, pátios e terminais ferroviários em todo o País, não saiu do papel. Apenas em Minas Gerais, o governo concedeu nove autorizações para sete empresas diferentes. A previsão de investimentos é de R$ 70,6 bilhões no Estado para a construção de 4,6 mil quilômetros de ferrovias.

Dos contratos vigentes, três não chegaram nem a pedir a licença ambiental prévia, que é o primeiro passo para o andamento do projeto. Os outros seis encontram-se em andamento, mas parados na primeira etapa e ainda sem a licença de instalação ou a de operação.

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Fruticultores do Norte de Minas pedem apoio para concluir tubulação

Produtores de frutas do Norte de Minas querem o apoio do governo do Estado para garantir a conclusão de um projeto de tubulação para garantir o abastecimento de água na região.

Segundo a presidente da Associação, que reúne 2.500 fruticultores, com o sistema atual, há uma perda de quase metade da água que, ao sair da barragem, passa por canais abertos, junto aos Projetos Lagoa Grande e Gorutuba. Com o uso da tubulação, esse desperdício cairia para 5%.

Confira os argumentos dos produtores e outros números do setor

CGU e Dnit garantem licitação de trecho da BR-381

Prefeitos, representantes setoriais e ativistas foram a Brasília para garantir que concorrência do trecho entre Belo Horizonte e Ravena (Sabará) não sofra nenhuma interrupção e a licitação seja mesmo realizada no dia 4 de dezembro. A Controladoria-Geral da União (CGU) e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) garantem que sim.

As preocupações existentes até agora são de natureza orçamentária em relação ao ano que vem, devido ao valor total da obra, estimado em mais de R$ 520 milhões. Mas que não há necessidade de adiar o andamento do processo de licitação.

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