BH Airport terá projeto de desenvolvimento imobiliário de R$ 1,8 bi
Concessionária destinará uma área de 1 milhão de metros quadrados para a iniciativa, que vai seguir o modelo de Aerotrópole, concebida antes mesmo da concessão do terminal. Confira esse e outros destaques desta segunda-feira (2)

Contemplando as áreas de logística, indústria e comércio, além de novo hotel, nas redondezas do Aeroporto Internacional de Belo Horizonte (BH Airport), em Confins, na RMBH, a BH Airport pretende viabilizar um projeto de desenvolvimento imobiliário da ordem de R$ 1,8 bilhão. Em fase final de estudos, uma área de 1 milhão de metros quadrados será destinada ao projeto, que ainda nem foi batizado pela concessionária e deverá ser apresentado ao mercado nos próximos meses. A ideia segue o modelo de aerotrópole, que, mesmo antes da concessão, já previa não só o desenvolvimento do entorno do aeroporto, mas também de infraestrutura para facilitar o acesso à região.
Mercado de joias cresce em Minas Gerais
Mesmo sob influência de fatores externos como alta do preço do ouro no mercado internacional, o segmento de joias registrou crescimento de 10% no primeiro semestre deste ano em Minas Gerais. De acordo com o Sindijoias Ajomig, a alta elevou o valor das joias, o que impactou de certa forma na tomada de decisão do consumidor, que está mais cauteloso. De toda maneira, a expectativa para a segunda metade do exercício é ainda mais otimista e o setor deve apurar crescimento de até 20% sobre 2023.
Minas Gerais atrai mais de R$ 16 bi em investimentos em leilões da B3
Os leilões realizados na B3 no decorrer do primeiro semestre de 2024 geraram R$ 16,1 bilhões em investimentos para Minas Gerais. Dos 20 leilões realizados no período, quatro envolveram o Estado e cinco ativos públicos foram concedidos à iniciativa privada. Além disso, as iniciativas fomentaram cerca de 137,6 mil empregos em Minas Gerais. Entre os projetos firmados está a relicitação da BR-040, no trecho que liga Belo Horizonte a Juiz de Fora, na Zona da Mata, com investimentos estimados de R$ 8,7 bilhões nos primeiros sete anos de concessão.
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