Empresas prometem sinalizar conteúdos de inteligência artificial
Em encontro com o governo americano, companhias concordaram em atuar para tornar sistemas mais seguros

Conteúdos criados por inteligência artificial (texto, áudio, vídeo ou foto) em breve devem ter identificação sobre sua origem. O compromisso foi assumido por empresas do segmento em uma reunião com o governo dos EUA na Casa Branca.
Leia também:
-
Inteligência artificial tem ‘caixa preta’ que desenvolvedores não entendem
-
Especialistas pedem suspensão de avanço da inteligência artificial
A medida busca proteger os usuários e garantir que o material criado com essas ferramentas não seja usado de forma nociva. Participaram da reunião a OpenAI (responsável pelo ChatGPT), a Microsoft, a Amazon, o Google (criador do Bard), a Meta, a Anthropic (que tem a Claude) e o estúdio Inflection (do chatbot Pi).
As empresas aceitaram, ainda, se dedicar à proteção da privacidade de usuários a partir da criação de novos recursos de segurança. O acordo prevê investimentos em pesquisa para evitar viés discriminatório de classe, raça ou gênero — comum em ferramentas treinadas por materiais criados por humanos.
Os acordos foram realizados voluntariamente pelos envolvidos. Ainda não há, entretanto, prazo para que as novidades sejam implementadas nas plataformas.



