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China lança supercomputador com 60 mil chips para acelerar produção científica

Plataforma chinesa reúne bases extensas de dados e mais de mil modelos de código aberto

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Tecnologia é criticada em todo o mundo pela baixa confiabilidade
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A China lançou o maior sistema de computação científica baseado em inteligência artificial do país. Ativada nesta semana, a estrutura foi inaugurada na central nacional de supercomputação, em Zhengzhou.

O sistema, dedicado à aceleração de IA, reúne 60 mil chips e amplia a capacidade de processamento voltada à pesquisa científica e aplicações industriais. Após fase experimental, no início de fevereiro, a iniciativa realizou expansão e inaugurou uma nova etapa no uso da tecnologia.

A estratégia, batizada de “Agente Inteligente de Supercomputação Científica”, busca integrar poder computacional avançado e desenvolvimento científico.

Segundo especialistas de IA, o mundo passa pelo quinto paradigma científico, em que a inteligência artificial passa a organizar a produção do conhecimento. Nesse cenário, o acesso a grande escala de processamento de informações é fundamental para acelerar as descobertas.

A plataforma chinesa reúne bases extensas de dados e mais de mil modelos de código aberto, o que permite a execução rápida de projetos e um ecossistema integrado que combina dados, processamento, modelos e aplicações.

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Pablo Paixão é graduado em Jornalismo, pela UFMG, e em Cinema e Audiovisual, pelo Centro Universitário UNA BH. Tem experiência em diferentes áreas da comunicação e marketing. Com passagem pela TV UFMG, na Itatiaia atuou inicialmente nas editorias de Entretenimento, Cultura e Minas Gerais. Atualmente, colabora com as editorias Pop e Carnaval.