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Amazon, Instagram e Microsoft: veja as 30 marcas mais usadas pelos hackers para aplicar golpes

Segundo o estudo da Cisco Talos, o objetivo dos atores de ameaças é enganar as vítimas para que fornecem suas credenciais ou outras informações específicas

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Pessoa com capuz preto mexendo em computador
Criminosos estão se apropriando dos dados e certificados digitais para aplicar golpes em nomes de empresas • Imagem ilustrativa / Freepik

Um levantamento realizado pela Cisco Talos revelou as 30 marcas globais mais usadas por hackers criminosos para ataques por e-mail. Segundo o estudo, o objetivo dos atores de ameaças é enganar as vítimas para que fornecem suas credenciais ou outras informações específicas.

Veja a lista das 30 marcas mais usadas por hackers:

  1. Microsoft;
  2. DocuSign;
  3. Amazon;
  4. Nortonlifelock;
  5. PayPal;
  6. Chase;
  7. Geek Squad;
  8. Home Depot;
  9. Adobe;
  10. Instagram;
  11. Square;
  12. Walmart;
  13. Meta;
  14. LinkedIn;
  15. Apple;
  16. eBay;
  17. Discover Financial Services;
  18. American Express;
  19. Bank of Montreal;
  20. Deutsche Post;
  21. USPS;
  22. Dropbox;
  23. Uber;
  24. Twitter;
  25. Twilio;
  26. AT&T;
  27. FedEx;
  28. Airbnb;
  29. Quest Oracle Community;
  30. Bank of America.

Desde métodos simples, como manipulação de código-fonte HTML, até táticas mais complexas que envolvem a recuperação de servidores remotos, os criminosos estão aprimorando suas estratégias para enganar usuários desprevenidos.

O levantamento destaca a necessidade de vigilância intensificada e medidas proativas na luta contra o crime cibernético, para ajudar os usuários e empresas a treinarem seus funcionários a ficarem mais atentos ao verem determinadas marcas em e-mails.

A reportagem procurou as principais empresas destacadas no estudo e aguarda o retorno.

Em nota à Itatiaia, a Meta informou que a empresa segue aprimorando em recursos tecnológicos para combater as ação criminosas.

'Atividades que tenham como objetivo enganar, fraudar ou explorar terceiros não são permitidas em nossas plataformas e estamos sempre aprimorando a nossa tecnologia para combater atividades suspeitas. Também recomendamos que as pessoas denunciem quaisquer conteúdos que acreditem ir contra os Padrões da Comunidade do Facebook, das Diretrizes da Comunidade do Instagram e os Padrões de Publicidade da Meta através dos próprios aplicativos', afirma um Porta-voz da Meta à Itatiaia.

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Formada em jornalismo pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH), Giullia Gurgel é repórter multimídia da Itatiaia. Atualmente escreve para as editorias de cidades, agro e saúde