A onda de calor deve atingir Belo Horizonte? Veja qual é a previsão para os próximos dias

Cenário de calorão inicia nesta quinta-feira (14) e deve se manter até o próximo domingo (17)

Veja como fica a previsão;

Uma nova onda de calor é prevista para começar nesta quinta-feira (14), após uma forte massa de ar quente, que ganha força nos próximos dias na região Centro-Sul do Brasil, e deve aumentar os termômetros que podem passar os 40°C. Conforme o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), entre os estados que podem ser afetados, está Minas Gerais. Mas, para alegria dos belo-horizontinos, a capital mineira está de fora.

“A onda de calor deve atingir o interior do Brasil, região do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goias, Tocantins e Triangulo Mineiro e Noroeste de Minas, além do Oeste de São Paulo. Sendo assim, Minas será atingida, mas a capital mineira, a região Leste, Zona da Mata e Sul, não”, explicou professor de geografia, Lucas Oliver.

Ele ainda disse que a previsão para esta quarta (13) é de chuva. “De quinta (14) a próxima segunda (18), devemos ter sol e dias agradáveis, sem calorão. As máximas devem ficar em torno dos 30ºC e as mínimas próximo dos 20ºC. Isso porque uma Massa de Ar Atlântica, associada a alta pressão atmosférica, atuará nessas regiões de Minas, enquanto a Massa Tropical Continental que ferverá fica só nas regiões ao Oeste”, finalizou.

O Inmet emitiu um aviso meteorológico especial de nível laranja (perigo) devido à persistência do fenômeno por, pelo menos, quatro dias consecutivos.

Como se caracteriza uma onda de calor?

“A onda de calor é caracterizada por uma sequência de dias ou até semanas, onde as temperaturas em uma região, relativamente ampla, fica muito acima da média que seria normal para uma determinada época — em torno de 5 °C ou mais acima da média”, caracterizou o Clima Tempo.

Essas ondas de calor são geradas por bloqueios atmosféricos causados por grandes sistemas de alta pressão atmosférica.

Com isso, uma alta pressão causa um forte movimento de ar de cima para baixo, deixando o ar seco e reduzindo a umidade, inibindo a formação de nuvens e chuva. “Além disso, a alta pressão atmosférica ‘comprime’ o ar próximo da superfície, fazendo o ar esquentar mais”, acrescentou.

Formou-se em jornalismo pela PUC Minas e trabalhou como repórter do caderno de Gerais do jornal Estado de Minas. Na Itatiaia, cobre principalmente Cidades, Brasil e Mundo.
Formada em jornalismo pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH), já trabalhou na Record TV e na Rede Minas. Atualmente é repórter multimídia e apresenta o ‘Tá Sabendo’ no Instagram da Itatiaia.

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