A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) indiciou uma mulher de 27 anos suspeita de
A suspeita criou perfis nas redes sociais e em aplicativos de namoro em nome de ‘Rafael Correa Moraes’, que seria um cirurgião plástico bem sucedido. Ela conversava com as vítimas por cerca de três meses e marcava encontros em hotéis, onde criava uma desculpa para as vítimas não acenderem as luzes e mantinha relações sexuais usando um pênis de borracha.
O rapaz que ela usava as imagens é um político do estado do Espírito Santo, foi ouvido e alegou à Polícia Civil que se sentiu vitimado pois teve sua imagem utilizada para a prática dos crimes. Inclusive relatou que mulheres de diferentes estados o procuraram pra relatar que foram vítimas do golpe.
Ela já havia sido indiciada duas vezes no estado de São Paulo pelo mesmo crime, onde se passava pelo codinome ‘João’ para entrar em contato com as vítimas. Ainda conforme a doutora, ela chegou a pedir dinheiro e presentes, mas seu principal objetivo era de manter as relações sexuais.
A investigada foi presa no dia 16 de outubro na casa dela, no bairro Copacabana, região Noroeste da capital, continua no sistema prisional à disposição da Justiça.