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Parte de calçada cede, e cratera 'engole' carros estacionados em Porto Alegre; veja vídeo

Equipes da Defesa Civil e Corpo de Bombeiros apuram riscos de que o buraco se expanda; até o momento, não se sabe o que causou a falha estrutural

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Reprodução | Redes Sociais

Câmeras de segurança de um estabelecimento registraram o momento em que parte de uma calçada se rompe em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, nesta segunda-feira (24). Com a queda da estrutura, carros que estavam estacionados na calçada foram "engolidos" por uma enorme cratera que se formou no local. Ao todo, três veículos foram arrastados para o buraco. Confira imagens: 

De acordo com relatos de funcionários do estabelecimento ao Portal g1, no momento em que a calçada se rompeu, um barulho forte foi ouvido. Ao saírem do comércio para averiguarem o estrondo, os trabalhadores teriam notado os carros caídos dentro do buraco. Além dos automóveis, duas árvores também foram atingidas. O caso aconteceu na rua Almirante Tamandaré, no bairro Floresta, na Zona Norte de Porto Alegre.

Apesar dos prejuízos e susto, não havia pessoas nos veículos e não passava ninguém no local no momento em que a calçada se rompeu. O episódio, então, não registrou feridos. Equipes da Defesa Civil Municipal e do Corpo de Bombeiros estadual foram empenhadas para analisar os riscos de que o buraco se expanda. Até o momento, não se sabe o que causou a ruptura da estrutura. Os veículos foram içados do buraco após quatro horas do incidente, em uma operação considerada complexa.

Conforme a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (SMMU), o local é destinado exclusivamente à circulação de pedestres. A existência de pinturas que sugerem a demarcação de vagas de estacionamento indica que a estrutura pode ter sido submetida a uma carga superior àquela para a qual foi projetada.

A reportagem da Itatiaia procurou a Prefeitura de Porto Alegre em busca de um posicionamento sobre o ocorrido. Em nota, a gestão do município informou que o Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae) atua na reconstrução da galeria de macrodrenagem após o colapso da calçada construída sobre a tubulação, instalada a cerca de 2,4 metros de profundidade.

Ainda segundo a prefeitura, uma avaliação técnica do Dmae trabalha para determinar as condições da galeria e os fatores que contribuíram para o colapso. O município também reforça que a manutenção e a conservação das calçadas são de responsabilidade dos proprietários ou responsáveis pelos imóveis, conforme a legislação municipal.

 

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Estudante de Jornalismo na PUC e apaixonada pela área, Gabriela Neves gosta de contar histórias empolgantes e desafiadoras. Na Itatiaia, cobre Minas Gerais, Brasil e mundo. Tem experiência em marketing pela Rock Content, cobertura de cidades pela Record Minas e assessoria política na Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

 

 

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