Mulher encontrada morta em hotel de luxo em SP precisou desmentir boatos sobre óbito
Em entrevista à revista Avenue, em março de 2025, ela contou que teve que negar boatos da morte dela após uma pausa nas redes sociais

A influenciadora Hilde Ann Lynn, encontrada morta no hotel de luxo Rosewood, na região Central de São Paulo, no domingo (31), já havia negado rumores sobre a própria morte anteriormente.
Em entrevista à revista Avenue, em março de 2025, ela contou que teve que negar boatos da morte dela espalhados nas redes sociais. Naquela época, ela havia feito uma pausa nas redes sociais para priorizr o bem-estar.
O hiato durou 51 dias, com isso, surgiram vários boatos da suposta morte dela. Ela encerrou a pausa aparecendo em uma palestra em Miami. "Você pode querer se afastar das redes sociais e não estar morta", disse ela na época.
Carreira
Hilde Ann Lynn era conhecida como Hilde Lynn Helphenstein ou pelo pseudônimo Jerry Gogosian pelos seus mais de 145 mil seguidores.
No perfil, a artista publicava imagens, vídeos e textos que ironizam críticas ao universo da arte contemporânea. Ela também apresentava o podcast 'Art Smack', que debatia os bastidores do mercado artístico, além de ser editora-chefe do boletim The Jerry Report.
A artista organizava eventos para o setor de arte e tinha parcerias com empresas como Sotheby's, Phillips, On Running, The Edition Hotel e Playboy.
Hilde era formada pelo Instituto de Arte de São Francisco. Ela cursava um MBA Executivo com foco em comunicação estratégica pela NYU Stern School of Business.
Morte suspeita
Hilde foi encontrada morta dentro de seu quarto no hotel. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado e constatou a morte da mulher no local.
O caso foi registrado como morte suspeita pelo 78° Distrito Policial de Jardins, e foram solicitados exames ao Instituto de Criminalística (IC) e Instituto Médico Legal (IML). A SSP informou que diligências estão em andamento para esclarecer o caso.
O hotel Rosewood informou, em nota, que "tem prestado total colaboração às autoridades competentes, fornecendo prontamente todas as informações solicitadas para auxiliar na apuração dos fatos".
*Com CNN Brasil
Formada pela PUC Minas, Maria Fernanda Ramos é repórter das editorias Minas Gerais, Brasil e Mundo na Itatiaia. Antes, passou pelo portal R7, da Record.



