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Integrante do PCC é morto em operação da PF que mira esquema bilionário

Rildo dos Reis Cerqueira, o 'R7', resistiu a prisão e morreu em confronto com os policiais

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Esquema bilionário de tráfico de drogas ligado a facções • Reprodução / PF

Um integrante do PCC, identificado como Rildo dos Reis Cerqueira, conhecido como "R7", foi morto nesta quinta-feira (23) durante a Operação Commodity da Polícia Federal deflagrada para desarticular esquema bilionário de tráfico de drogas ligado às facções criminosas Primeiro Comando da Capital e ao Comando Vermelho (CV)

De acordo com a PF, ele resistiu à prisão durante cumprimento de mandado e disparou contra os policiais. A troca de tiros aconteceu em Igaratá, no Vale do Paraíba, no interior de São Paulo.

Apontado como integrante do PCC, R7 foi atingido durante o confronto. Ele foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local.

Nenhum policial ficou ferido na ocorrência. Até o momento, nove pessoas foram presas na operação.

Mais detalhes da operação

A Polícia Federal realizou, nesta quinta-feira (23), uma operação contra um esquema bilionário de lavagem de dinheiro e tráfico internacional de drogas.

A organização criminosa, que teria ligação com as facções Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV), é suspeita de ter enviado cerca de 6,5 toneladas de cocaína para a Europa desde 2021.

A operação, desenvolvida no contexto da Missão Redentor II, teve apoio da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) nos estados de São Paulo e Minas Gerais.

Nesta quinta-feira, policiais federais e estaduais cumpriram 13 mandados de prisão preventiva e 44 de busca e apreensão simultaneamente em quatro estados: São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina e Espírito Santo.

A Justiça também determinou o cumprimento de medidas cautelares, além do sequestro de ativos e bloqueio de bens de até R$ 1 bilhão em desfavor de pessoas físicas e jurídicas investigadas.

Os suspeitos poderão responder pelos crimes de organização criminosa transnacional, tráfico internacional de drogas e lavagem de capitais, além de outros delitos que possam ser identificados.

Atuação do grupo criminoso

As investigações revelaram que o grupo criminoso estruturou uma rede logística com ramificações na América do Sul, na Europa e na Ásia, focada na exportação marítima de cocaína para o continente europeu.

Segundo a Polícia Federal, para esconder a droga em contêineres e burlar a fiscalização alfandegária, os investigados utilizavam como método a camuflagem em sacos de café, cimento e argamassa, além da adulteração química de substâncias.

O grupo criminoso também é suspeito de movimentar valores bilionários mediante diferentes formas de ocultação patrimonial, que incluíam empresas de fachada, cripto-doleiros, bens de luxo e imóveis.

Com colaboração da CNN Brasil

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Correspondente da Rádio Itatiaia em São Paulo. Apresentador do quadro Palavra Aberta e debatedor do Conversa de Redação. Ingressou na emissora em 2023. Começou no rádio comunitário aos 14 anos. Graduou-se em jornalismo pela PUC Minas. No rádio, teve passagens pela Alvorada FM, BandNews FM e CBN, no Grupo Globo. Na Band, ocupou vários cargos até chegar às funções de âncora e coordenador de redação na Band News FM BH. Na televisão, participava diariamente da TV Band Minas e do Band News TV. Vencedor de nove prêmios de jornalismo. Em 2023, foi reconhecido como um dos 30 jornalistas mais premiados do Brasil.

 

 

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