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Empresa de rope jump envolvida em morte de jovem tinha agenda em Minas Gerais

A Entre Cordas divulgava a experiência do rope jump como um 'salto para o extraordinário'; jovem de 24 anos morreu

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Perfil foi retirado do ar após morte de jovem
Perfil foi retirado do ar após morte de jovem • Reprodução

A empresa responsável pelo salto de rope jump que resultou na morte de uma jovem de 24 anos neste sábado (13), em Limeira, no interior de São Paulo, tinha uma agenda de atividades prevista para Minas Gerais no próximo mês.

Uma mensagem automática enviada pelo WhatsApp com os próximos destinos da Entre Cordas informava que a empresa estaria no estado nos dias 18 e 19 de julho. O valor cobrado por salto era de R$ 250.

O perfil da empresa no Instagram, que reunia mais de 80 mil seguidores, foi retirado do ar. Na rede social, a Entre Cordas divulgava a experiência como um “salto para o extraordinário” e promovia a atividade para interessados em esportes radicais.

Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 24 anos, morreu após ser lançada de uma altura de cerca de 35 metros sem que a corda de segurança, que deveria sustentá-la, estivesse presa. O caso aconteceu na Trilha da Ponte do Esqueleto.

A Polícia Militar informou que ela participava da atividade acompanhada por instrutores. No momento do salto, os equipamentos de segurança não teriam sido fixados corretamente, o que resultou na queda e, consequentemente, na morte da jovem.

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o momento em que Maria Eduarda é acompanhada por funcionários até a plataforma de salto. Quando ela é lançada, é possível ouvir gritos de pessoas que acompanhavam a atividade.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) também esteve no local e constatou o óbito por politraumatismo.

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André Viana é jornalista, formado pela PUC-MG. Já trabalhou como redator e revisor de textos, produtor de pautas e conteúdos para rádio e TV, social media, além de uma temporada no marketing.