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Corregedoria da Polícia Civil realiza operação para apurar denúncias de extorsão em SP

Até o momento, quatro policiais civis foram presos na "Operação Quina", que ocorre na manhã desta terça-feira (12)

Por, de São Paulo
Divulgação | Polícia Civil de SP

Uma operação da Corregedoria Geral da Polícia Civil em conjunto com o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), do Ministério Público, mira policiais, após denúncias de crimes de extorsão em São Paulo. Até o momento, quatro policiais civis foram presos na "Operação Quina", que ocorre na manhã desta terça-feira (12).

São cumpridos mandados de prisão temporária e de busca e apreensão em endereços residenciais e unidades policiais. Também são cumpridas medidas patrimoniais expedidas pela Justiça na investigação sobre crimes de extorsão qualificada e associação criminosa armada.

O Ministério Público aponta que as investigações começaram após denúncias de que pessoas usavam a condição de policiais para constranger vítimas mediante grave ameaça e restrição de liberdade, além da exigência de "expressiva quantia em dinheiro para evitar suposto flagrante forjado."

Ainda de acordo com o órgão, foram reunidos elementos probatórios consistentes como depoimentos, reconhecimentos pessoais, registros telemáticos, mensagens eletrônicas e análises investigativas. As apurações sustentaram a representação à Justiça.

Durante as diligências, foram apreendidos aparelhos eletrônicos, documentos e outros materiais que devem auxiliar nas apurações.

"A instituição ressalta que a atuação reforça o compromisso da Polícia Civil com a legalidade, a transparência e o combate rigoroso a eventuais desvios de conduta, preservando a credibilidade da corporação e o devido processo legal", afirma a Corregedoria.

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Yuri Cavalieri é jornalista e pós-graduado em política e relações internacionais. Tem mais de 13 anos de experiência em rádio e televisão. É correspondente da Itatiaia em São Paulo. Formado pela Universidade São Judas Tadeu, na capital paulista, começou a carreira na Rádio Bandeirantes, empresa na qual ficou por mais de 8 anos como editor, repórter e apresentador. Ainda no rádio, trabalhou durante 2 anos na CBN, como apurador e repórter. Na TV, passou pela Band duas vezes. Primeiro, como coordenador de Rede para os principais telejornais da emissora, como Jornal da Band, Brasil Urgente e Bora Brasil, e repórter para o Primeiro Jornal. Em sua segunda passagem trabalhou no núcleo de séries e reportagens especiais do Jornal da Band.