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‘Tô bonita?’, pergunta mulher enquanto é presa por venda ilegal de canetas emagrecedoras

Suspeita estava sendo conduzida na delegacia quando questionou a repórteres que acompanhavam a ocorrência sobre sua aparência em frente as câmeras

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Suspeita debocha enquanto estava sendo filmada por jornalistas da TV Globo • Reprodução | TV Globo

Laryssa de Souza Gonçalves, presa nesta segunda-feira (6) suspeita de vender canetas emagrecedoras de forma irregular, fez um comentário debochado à imprensa enquanto era conduzida na Delegacia do Consumidor (Decon) da Polícia Civil do Rio de Janeiro. 

Filmada por uma equipe da TV Globo, que acompanhava o momento da prisão, a mulher perguntou para os jornalistas se estava “bonita” diante das câmeras. De forma debochada, a suspeita ainda solta risadas e, apesar de afirmar não querer “falar nada”, nega o crime. 

Além de Laryssa, Tanan Antony Sant’Anna Machado, companheiro da suspeita, também foi detido por participação no esquema de venda ilegal de medicamentos usados para emagrecer. Também questionado pela reportagem da TV Globo, o homem negou envolvimento. 

Segundo informações publicadas pelo "Portal G1", o casal foi preso em flagrante por crimes contra a saúde pública e contra as relações de consumo. Porém, pouco depois, ambos foram autuados e liberados.

A operação

A Polícia Civil do Rio começou, nesta segunda-feira (06), uma operação contra a venda ilegal de remédios para emagrecer. A ação foi chamada de Operação Mounjaro Delivery.

Segundo a polícia, foram cumpridos mandados de busca e apreensão em Oswaldo Cruz, na Zona Norte do Rio, e em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. Na ocasião, Laryssa e Tanan foram presos suspeitos de participar do esquema que vendia os produtos de forma irregular.

Ainda durante a operação, ao serem encontrados pela polícia, o casal tentou "dar um fim" nos medicamentos arremessando todos os produtos pelo telhado.

De acordo com as investigações, os remédios tinham origem desconhecida e não tinham autorização da Anvisa, que é o órgão responsável por liberar esse tipo de produto no Brasil. Além disso, o casal também vendia roupas e perfumes falsificados.

A polícia descobriu o esquema após uma investigação da Delegacia do Consumidor (Decon). Durante a operação, os agentes identificaram que as vendas eram feitas principalmente pelas redes sociais.

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Estudante de Jornalismo na PUC e apaixonada pela área, Gabriela Neves gosta de contar histórias empolgantes e desafiadoras. Na Itatiaia, cobre Minas Gerais, Brasil e mundo. Tem experiência em marketing pela Rock Content, cobertura de cidades pela Record Minas e assessoria política na Assembleia Legislativa de Minas Gerais.