Para coibir os
“Temos visto um enorme abuso nos preços exorbitantes praticados por alguns desses comerciantes nesse verão. (…) Diante do que tem acontecido, estou determinando que as secretarias de Ordem Pública e Defesa do Consumidor iniciem estudos para avaliarmos a viabilidade de implementação desse tabelamento em nossas praias! Em geral prefiro deixar o “livre mercado” funcionar mas diante do que temos visto, alguma ação terá que ser tomada”, diz um trecho da nota.
Como todos devem saber, todo e qualquer tipo de comércio nas praias do Rio só pode funcionar com autorização da prefeitura. Barraqueiros, aluguel de cadeiras, quiosques e qualquer outra atividade são permissionários ou concessões do município.
— Eduardo Paes (@eduardopaes) January 10, 2026
Temos visto um enorme abuso nos… pic.twitter.com/SsHmhCaaPn
Em sua publicação, Paes também fez uma comparação com as
Eduardo Paes, no entanto, não informou quando começará a aplicar as regras. Entre os preços abusivos praticados nas orlas do Rio está a cobrança por uma espreguiçadeira em praias da Zona Sul, que chega a custar R$100 o aluguel.
Nas praias da Barra da Tijuca e Recreio dos Bandeirantes, Zona Sudoeste da cidade, a água de coco passou a custar R$ 10 e o aluguel do guarda sol, pode chegar a R$ 50.