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‘Por que acontece isso tudo?’, questiona ex-mulher de subtenente do Bope morto por PMs no Rio

Corregedorias das polícias Civil e Militar investigam morte de agente baleado após ser confundido com criminosos; familiares cobram esclarecimentos sobre a ocorrência

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O subtenente do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), Glaucio Marcelo da Silva, de 54 anos.
O subtenente do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), Glaucio Marcelo da Silva, de 54 anos. • Foto: Redes Sociais

As corregedorias das polícias Civil e Militar abriram investigações para apurar a morte de um subtenente do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), baleado após ser confundido com criminosos por policiais militares. O caso ocorreu nesse domingo (11), no Beco do Saci, na Freguesia, Zona Sudoeste do Rio de Janeiro.

Segundo as primeiras informações, agentes do Bope, fardados e em uma viatura caracterizada, faziam patrulhamento quando abordaram um homem em um carro branco. Nesse momento, policiais militares do 18º BPM (Jacarepaguá) teriam confundido os agentes do Bope com criminosos e efetuado diversos disparos.

Seis policiais militares ficaram feridos. Um deles, o subtenente Glaucio Marcelo Fonseca da Silva, de 54 anos, não resistiu aos ferimentos. Os outros cinco foram socorridos e levados ao Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, Zona Sudoeste do Rio.

Segundo a Polícia Militar, os agentes teriam se confundido devido à baixa luminosidade na região. Todos os policiais envolvidos na ocorrência já prestaram depoimento.

O corpo do subtenente foi sepultado na tarde dessa segunda-feira (12), no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

“A gente quer entender exatamente o que aconteceu. De primeira mão foi passado pra nós que não houve uma comunicação, e nós já sabemos que foi feita uma comunicação. Se sabiam que estavam naquela área, por que acontece isso tudo?”, questionou Aline Viana, ex-mulher do subtenente.

Dos cinco policiais feridos, três já receberam alta. Os outros dois passaram por cirurgia e foram transferidos para o Hospital Central da PM.

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga as circunstâncias do caso.

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Diana Rogers tem 34 anos e é repórter correspondente no Rio de Janeiro. Trabalha como repórter em rádio desde os 21 anos e passou por cinco emissoras no Rio: Globo, CBN, Tupi, Manchete e Mec. Cobriu grandes eventos como sete Carnavais na Sapucaí, bastidores da Copa de 2014 e das Olimpíadas em 2016.

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Formada em jornalismo pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH), já trabalhou na Record TV e na Rede Minas. Atualmente é repórter multimídia e apresenta o Tá Sabendo no Instagram da Itatiaia.

 

 

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