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Médica morta em abordagem policial será enterrada nesta terça (17), no Rio

Polícia investiga se ginecologista foi atingida por engano durante perseguição na Zona Norte, entre criminosos e policiais

Por e 
Médica morta em abordagem policial será enterrada nesta terça (17), no Rio
Médica morta em abordagem policial será enterrada nesta terça (17), no Rio • Foto: Reprodução | Redes Sociais

Será enterrado nesta terça-feira (17) o corpo da médica Andréa Marins Dias, morta durante uma abordagem policial em Cascadura, na Zona Norte do Rio de Janeiro, no domingo (15). A ginecologista morreu durante uma troca de tiros entre policiais militares e criminosos, em meio a uma perseguição. Agora, a polícia investiga se ela foi atingida por engano.

O sepultamento será realizado no Cemitério do Caju, na Zona Portuária. Andréa deixa os pais, de 91 e 88 anos, e uma filha de 30 anos.

Os policiais militares envolvidos na abordagem que terminou com a morte de Andréa, foram afastados das ruas. Segundo a corporação, os agentes do 9º BPM (Rocha Miranda) foram retirados preventivamente do patrulhamento enquanto durarem as investigações. A principal suspeita é de que os militares tenham confundido o carro da vítima com o veículo usado por criminosos.

Segundo a Polícia Militar, equipes foram acionadas após informações de que criminosos, em um carro modelo Corolla branco, estariam praticando roubos na região. No local, os agentes teriam identificado o veículo, além de um Jeep e uma motocicleta, que deixaram a área, dando início a uma perseguição.

Durante a ação, ainda de acordo com a corporação, houve disparos contra os policiais, que revidaram.

De acordo com o boletim de ocorrência, ao abrirem o carro, os agentes encontraram a médica no banco do motorista, já sem vida, com uma perfuração provocada por disparo de arma de fogo.

O caso foi encaminhado à Delegacia de Homicídios da Capital (DH-Capital), que informou que realiza diligências para esclarecer as circunstâncias da morte. A principal linha de investigação é que o veículo da médica tenha sido confundido com o de criminosos.

Em nota, a Polícia Militar informou que instaurou um procedimento interno para apurar o caso. A corporação acrescentou que as câmeras corporais e as armas dos policiais envolvidos foram disponibilizadas para a investigação da Polícia Civil.

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Formada em jornalismo pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH), já trabalhou na Record TV e na Rede Minas. Atualmente é repórter multimídia e apresenta o Tá Sabendo no Instagram da Itatiaia.

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Diana Rogers tem 34 anos e é repórter correspondente no Rio de Janeiro. Trabalha como repórter em rádio desde os 21 anos e passou por cinco emissoras no Rio: Globo, CBN, Tupi, Manchete e Mec. Cobriu grandes eventos como sete Carnavais na Sapucaí, bastidores da Copa de 2014 e das Olimpíadas em 2016.