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Greve dos rodoviários entra no 2º dia no RJ; reunião pode definir fim da paralisação

Categoria e empresas participam de audiência de mediação nesta terça (30), enquanto passageiros ainda enfrentam longas filas e atrasos no transporte

Por e 
Greve dos rodoviários entra no 2º dia; reunião pode definir fim da paralisação
Greve dos rodoviários entra no 2º dia; reunião pode definir fim da paralisação • Imagens cedidas

A greve dos rodoviários do Rio de Janeiro entrou, nesta terça-feira (30), em seu segundo dia, após essa segunda-feira (29) de garagens lotadas e ônibus depredados.

Segundo o Rio Ônibus, sindicato das empresas de ônibus do município, pelo menos 1.350 coletivos estão circulando nas ruas nesta manhã, e não há registros de vandalismo. O objetivo do sindicato é manter pelo menos 1.800 ônibus em atividade, já que a Justiça determinou que 50% da frota circule no horário de pico, sob pena de multa diária de R$ 50 mil a cada uma das entidades sindicais em caso de descumprimento.

A expectativa é que, ainda pela manhã, o Sindicato dos Rodoviários do Rio e os consórcios de empresas participem de uma audiência de mediação no Tribunal Regional do Trabalho, com o objetivo de chegar a uma proposta de acordo para o fim da greve. O encontro está marcado para as 11h.

Os rodoviários pedem reajustes nos salários e benefícios. Nessa segunda-feira (29), primeiro dia de greve, pelo menos 40 ônibus foram vandalizados por grevistas. Os coletivos tiveram vidros e retrovisores quebrados. Além disso, a quantidade de ônibus em circulação foi bem menor. Segundo o Rio Ônibus, nas primeiras horas do dia, havia apenas 600 ônibus circulando. Até o início da tarde, o número subiu para 860 coletivos em atividade.

Nas ruas, trabalhadores ainda enfrentam reflexos da greve para chegar ao trabalho e encaram longas filas nos terminais. Passageiros que costumam esperar de 5 a 10 minutos para pegar um ônibus estão aguardando cerca de 40 minutos durante a greve.

A Prefeitura informou, em suas redes sociais, que a orientação é que a população dê preferência ao deslocamento por metrô, trens e barcas, serviços que operam normalmente e representam alternativas de transporte na cidade. Conforme o órgão, por determinação judicial, o sistema precisa manter a operação de, no mínimo, 50% da frota de ônibus e do sistema BRT durante esse período.

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Formada em jornalismo pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH), já trabalhou na Record TV e na Rede Minas. Atualmente é repórter multimídia e apresenta o Tá Sabendo no Instagram da Itatiaia.

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Diana Rogers tem 34 anos e é repórter correspondente no Rio de Janeiro. Trabalha como repórter em rádio desde os 21 anos e passou por cinco emissoras no Rio: Globo, CBN, Tupi, Manchete e Mec. Cobriu grandes eventos como sete Carnavais na Sapucaí, bastidores da Copa de 2014 e das Olimpíadas em 2016.