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Para embasar prisão preventiva do suspeito de matar gari, juiz diz que há 'prova de materialidade'

'Várias testemunhas oculares do fato, que viram toda a ação criminosa, indicaram características físicas precisas do autor do delito'

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Audiência de custódia de Renê da Silva Nogueira Júnior
Audiência de custódia de Renê Júnior • Imagem cedida à Itatiaia

Renê da Silva Nogueira Junior, de 47 anos, suspeito de matar o gari Laudemir de Souza Fernandes, continua preso por determinação judicial desta quarta-feira (13).

"Inicialmente, eu indefiro o pedido da defesa de ilegalidade da prisão em flagrante, falando que não existia flagrante, pois ele foi preso logo após o cometimento do crime".

Para embasar a decisão, o magistrado diz que há provas da materialidade do crime.

"Prova de materialidade nós temos, nós temos uma vítima morta no chão, inclusive com relatório de nepropsia, indícios de autorias suficientes, várias testemunhas oculares do fato, que viram toda a ação criminosa, indicaram características físicas precisas do autor do delito, bem como inclusive características do veículo utilizado para a fuga".

E finaliza:

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Alex Araújo é formado em Jornalismo e Relações Públicas pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH) e tem pós-graduação em Comunicação e Gestão Empresarial pela Universidade Pontifícia Católica de Minas Gerais (PUC Minas). Já trabalhou em agência de publicidade, assessoria de imprensa, universidade, jornal Hoje em Dia e portal G1, onde permaneceu por quase 15 anos.

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Repórter policial e investigativo, apresentador do Itatiaia Patrulha.