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Número de mortos por Chikungunya sobe para quatro em Minas Gerais, diz Saúde

O dado representa um aumento de 300%, já que na sexta-feira (15), o último documento contabilizava apenas um óbito pela doença; MG já soma 16.907 casos confirmados

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A dengue é transmitida a partir da picada do mosquito Aedes aegypti
Comercialização de autotestes para dengue estavam em andamento entre o ministério e a Anvisa • Divulgação/Secretaria de Saúde

O número de mortos por Chikungunya subiu para quatro em Minas Gerais, segundo o boletim epidemiológico da Secretaria de Estado de Saúde, divulgado nesta segunda-feira (19). O dado representa um aumento de 300%, já que na sexta-feira (15), o último documento contabilizava apenas um óbito pela doença.

Ainda de acordo com o boletim, 19 pessoas já morreram de dengue desde o início do ano no estado. Em relação ao número de casos, Minas Gerais teve 75.310 infecções por dengue confirmadas e 16.907 por Chikungunya. Há um caso de zika, mas nenhuma morte pela doença.

Na sexta-feira (16), o secretário de Estado de Saúde, Fábio Bacheretti, disse que apesar do grande número de casos de Chikungunya, a dengue ainda é maior preocupação das autoridades.

“Desde o ano passado, a Chikungunya se tornou uma realidade em nosso estado, ela se confirma este ano. Temos bastante casos prováveis, mas o volume deste ano da dengue nos vem surpreendendo mais”, informou.

Segundo o secretário, a velocidade de transmissão da dengue já é a maior da história. “Nunca vivenciamos uma inclinação tão forte de dengue na nossa história, e vamos ultrapassar o maior pico de dengue. Não temos dúvida que será o pior ano da dengue da nossa história. Em Belo Horizonte, devemos ter agora o maior pico de pacientes”, disse, Fábio Bacheretti.

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Fernanda Rodrigues é repórter da Itatiaia. Graduada em Jornalismo e Relações Internacionais, cobre principalmente Brasil e Mundo.