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Minas Gerais tem 21 barragens com risco de acidentes, diz ANA

Minas Gerais concentra 10% das estruturas com riscos; fiscalização e número de profissionais caem

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10% das barragens com riscos no Brasil estão em Minas Gerais • Léo Rodrigues/Agência Brasil

Segundo relatório da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), existem 14 mil barragens no País (1.502 só em Minas Gerais), com fins de mineração e armazenagem de água. Desse número, 213 apresentam risco de acidentes, podendo atingir pessoas ou equipamentos relevantes, como estradas e pontes, de acordo com o Relatório de Segurança de Barragens 2026 (RSB 2026), divulgado pela agência. Entre as estruturas com constante monitoramento, 21, ou 10% das barragens com riscos estão em Minas Gerais. Apenas três não são destinadas à mineração. As outras 18 são para armazenar rejeitos de minério ou sedimentos.

Entenda por que Minas concentra 21 barragens com risco de acidentes

Energia no mercado livre segue cara apesar da queda no curto prazo

Os preços da energia elétrica no mercado livre seguem em patamar elevado para contratos de médio e longo prazo, embora o mercado de curto prazo tenha registrado recuo nos últimos meses. A combinação entre a melhora das condições hidrológicas, maior geração de fontes renováveis e temperaturas mais amenas reduziu a pressão sobre o Preço de Liquidação das Diferenças (PLD). No entanto, especialistas ouvidos pelo Diário do Comércio avaliam que alguns fatores continuam sustentando contratos acima dos níveis observados nos últimos anos.

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Senado aprova transformação do Cefet-MG em universidade federal tecnológica

O Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (8), o projeto de lei que transforma o Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (Cefet-MG) na Universidade Tecnológica Federal de Minas Gerais (UTFMG). A proposta, que também converte o Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (Cefet-RJ), no Rio de Janeiro, em universidade tecnológica federal, segue agora para sanção do presidente da República. Na prática, a mudança amplia a autonomia institucional do Cefet-MG, permitindo maior flexibilidade na criação de cursos, na gestão administrativa e na expansão das atividades de ensino, pesquisa e extensão, sem alterar a oferta de cursos técnicos atualmente existente.

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