Filho de dono de asilo está entre mortos em desabamento em BH

Renatinho administrava o local ao lado do pai, Renato; corpo dele foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal no início desta tarde

Renatinho administrava o local junto com o pai

O filho do dono da Casa de Repouso Pró-Vida, Renato Duarte Terrinha Ramos, de 31 anos, morreu após o desabamento do local na madrugada desta quinta-feira (5).

O rapaz, conhecido como Renatinho, foi a quarta vítima a ser retirada dos escombros do prédio pelo Corpo de Bombeiros.

Renatinho administrava o local ao lado do pai, Renato. O corpo dele foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal no início desta tarde.

Até o momento, foram confirmados seis óbitos devido ao desabamento. Outras seis vítimas ainda estão desaparecidas, enquanto oito foram resgatadas com vida e foram conduzidas ao Hospital Odilon Behrens.

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O desabamento ocorreu por volta de 1h, no momento em que estavam 29 pessoas no imóvel. Nove saíram espontaneamente, sem necessidade de ajuda dos Bombeiros.

Ainda não se sabe qual foi a causa do desabamento. O local está com alvarás de funcionamento e sanitário válidos, segundo a Prefeitura de Belo Horizonte. “A Secretaria Municipal de Política Urbana informa que o local tem Alvará de Localização e Funcionamento para a atividade de Lar de Longa Permanência de Idosos, documento válido até 2030", destacou, em nota. A pasta da Saúde também confirmou a situação regular na parte sanitária do asilo. “O local tem Alvará Sanitário válido e regular. A última vistoria foi feita pela Vigilância Sanitária em janeiro de 2026".

Nesta manhã, dois idosos de 87 anos foram resgatados com vida pelos socorristas. Um deles foi levado de helicóptero para atendimento médico, enquanto o outro foi levado pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Segundo o tenente do Corpo de Bombeiros, Henrique Barcellos, os militares utilizam ferramentas especializadas para tentar identificar sinais de vida e acessar possíveis bolsões onde vítimas possam estar presas. “Não temos uma mensuração exata do tempo de sobrevivência, mas a doutrina indica que, nas primeiras 24 horas, ainda há chance de vida, caso as vítimas estejam em um bolsão de ar”, disse.

Formada pela PUC Minas, Maria Fernanda Ramos é repórter das editorias Minas Gerais, Brasil e Mundo na Itatiaia. Antes, passou pelo portal R7, da Record.
Formada em jornalismo pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH), Giullia Gurgel é repórter multimídia da Itatiaia. Atualmente escreve para as editorias de cidades, agro e saúde
Formada em jornalismo pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH), já trabalhou na Record TV e na Rede Minas. Atualmente é repórter multimídia e apresenta o ‘Tá Sabendo’ no Instagram da Itatiaia.
Formou-se em jornalismo pela PUC Minas e trabalhou como repórter do caderno de Gerais do jornal Estado de Minas. Na Itatiaia, cobre principalmente Cidades, Brasil e Mundo.

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