Empreendedorismo feminino cresce no Brasil e Minas Gerais ocupa segundo lugar
Sebrae mostra que 40% dos pequenos negócios do estado são liderados por mulheres; BDMG desembolsou R$49,3 milhões em crédito para o empreendedorismo feminino

O empreendedorismo feminino no Brasil tem experimentado um crescimento notável nos últimos anos. Cada vez mais mulheres estão à frente de seus próprios negócios, construindo trajetórias de sucesso. Levantamentos do Sebrae mostram que em 2022, 2023 e 2024, as mulheres cresceram sem parar em seus negócios no país.
Em 2022, as mulheres representavam 46% dos empreendedores no país, segundo o Sebrae, atingindo a marca histórica de mais de 10,3 milhões de donas de negócios. Em 2023, as mulheres representaram 54,6% dos potenciais empreendedores no Brasil, conforme a pesquisa Monitor Global de Empreendedorismo.
Ainda conforme a agência, 40% dos pequenos negócios de Minas são liderados por mulheres. O Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) desembolsou R$49,3 milhões em crédito para o empreendedorismo feminino nos primeiros dez meses de 2023.
O crescimento do empreendedorismo feminino é reflexo de diversos fatores, como a busca por maior autonomia financeira. No entanto, ainda há desafios a serem enfrentados, como o acesso ao financiamento, educação financeira e jurídica para que esses negócios se mantenham funcionando.
Chance essa que Franciele Sena, executiva em tecnologia, teve em seu início de carreira e hoje transfere seu conhecimento a outros empreendedores. Ela atua como executiva de tecnologia na área educacional, onde lidera o desenvolvimento de soluções tecnológicas inovadoras com o uso de inteligência artificial e metodologias educacionais avançadas.
“Essas ferramentas facilitam o aprendizado, promovem inclusão e acessibilidade, e auxiliam na recuperação educacional. Meu trabalho tem como objetivo principal transformar o ensino, tornando-o mais eficiente, equitativo e impactante, contribuindo significativamente para o avanço dos índices educacionais no Brasil”, conta a empresária.
“Essa ideia nos mostra que a liberdade e a autonomia são combustíveis poderosos que alimentam conexões, promovem a diversidade e garantem o acesso a todos, criando um ambiente fértil para que os negócios se desenvolvam e prosperem. Para nós, mulheres, que por muito tempo ficamos à margem da luta por posições de liderança, esse é o nosso momento”, afirma Raphaela.
Formada em jornalismo pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH), já trabalhou na Record TV e na Rede Minas. Atualmente é repórter multimídia e apresenta o Tá Sabendo no Instagram da Itatiaia.



