O prefeito de Belo Horizonte,
O texto prevê a concessão de um auxílio para o custeio de transporte, alimentação e material durante o período de um curso de capacitação das mulheres. O programa destinado, prioritariamente, a mulheres maiores de 18 anos e em situação de vulnerabilidade social e econômica, ou vítimas de violência doméstica e familiar.
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Segundo Damião, a prefeitura busca reconhecer que lugar de mulher é “onde ela quiser”. “Mulher tem o direito de estar trabalhando e nós temos que fazê-la participar disso. A prefeitura não vai medir esforços para dar andamento ao que acontecia com o prefeito Fuad, só que antes não era uma lei”, disse.
“Vamos enviar para a Câmara e tornar realidade a oficialização da prefeitura do que ela quer para as mulheres de Belo Horizonte: a oportunidade delas trabalharem nas obras”, emendou o prefeito da capital.
Além de oferecer cursos, transporte e alimentação gratuita, o prefeito afirmou que as mulheres serão alocadas para fazerem estágios em algumas obras e serem remuneradas. “Depois, definitivamente, ela será entregue às obras na cidade”, completou.
Ao todo, as turmas terão até 20 alunas que participarão de aulas teóricas e práticas, com duração de quatro meses com carga horária média de 160 horas. A ideia é que as modalidades oferecidas envolvam pintura, alvenaria, acabamento, carpintaria, instalações elétricas prediais e hidráulica predial.
Um decreto a ser editado depois da aprovação e sanção do projeto vai regulamentar a formatação dos cursos, o valor e o pagamento das bolsas, que estarão vinculadas à presença mínima de 75% das aulas teóricas e práticas.
Para Patrícia Sottero, que já atua no Mulheres na Obra há mais de um ano, o programa foi uma ‘novidade’. “Eu não conhecia as obras, mas estou amando. Me acolheram muito bem, com muito carinho e respeito. Estou muito feliz”, contou.