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Cozinha planejada é o 'sonho de consumo' para casa dos belo-horizontinos, diz pesquisa

Pesquisa da startup Loft com a Offerwise aponta os itens domésticos mais desejados pelos moradores de Belo Horizonte

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Pesquisa aponta o que a população de BH sonha em ter em casa • Banco de imagens/ Freepik

Uma pesquisa apontou que o maior “sonho de consumo” para a casa da população de Belo Horizonte é ter uma cozinha planejada. O item mais desejado que não é possuído é um sistema de energia solar para o próprio imóvel.

As informações são de uma pesquisa da startup do mercado imobiliário Loft com a empresa Offerwise. Foram entrevistados 300 moradores entre 18 de setembro e 100 de outubro. A margem de erro é de cinco pontos percentuais e o intervalo de confiança é de 90%.

A pesquisa aponta que os itens mais desejados pelos belo-horizontinos são. Chama a atenção que os cinco maiores sonhos de consumo estão presentes na maioria das residências da capital:

  • Cozinha planejada: 89% quer ter e 51% tem;
  • Sala de estar: 88% quer ter e 82% tem;
  • Armários embutidos: 87,3% quer ter e 54,3% tem;
  • Vaga de garagem privativa: 87,3% quer ter e 68% tem;
  • Varanda: 87% quer ter e 66,3% tem.

Entre os itens menos desejados pelos moradores da capital estão a lareira, adega climatizada e piso aquecido na residência. Confira:

  • Lareira: 42,7% quer ter e 10,3% tem;
  • Adega climatizada: quer ter 49,70% e 11% tem;
  • Piso aquecido em áreas como banheiros e quartos: quer ter 52,3% e 17% tem;
  • Ar-condicionado em todos os cômodos: 65,7% quer ter e 13,3% tem;
  • Sistema de purificação de ar: 66,7% quer ter 21% tem.
  • Sistema de energia solar para o próprio imóvel: 78% quer ter e 17,3% tem;
  • Aquecimento solar ou a gás: 72,7% quer ter e 17,7% tem;
  • Closet: 78% quer ter e 25,3% tem;
  • Banheira de hidromassagem: 67% quer ter e 14% tem;
  • Ar-condicionado em todos os cômodos: 65,7% quer ter e 13,3% tem.

O sistema de energia solar é o item que a presença a maior diferença na porcentagem de pessoas que desejam e de pessoas que possuem: 61%. Ao analisar por classe social, 50% da classe A tem o item, 17% da classe B e 10% da classe C.

“Energia solar chama a atenção por ser algo que pode impactar tanto em despesas com a conta de luz quanto a preocupação ambiental”, afirma o gerente de dados da Loft, Fábio Takahashi.

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Repórter no portal da Itatiaia. Formado em Jornalismo pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

 

 

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