O Sindicato dos Policiais Penais de Minas Gerais (Sindppen-MG) pediu
O caso mais recente é o de um detento de 49 anos, encontrado morto neste fim de semana dentro do presídio.Para o presidente do sindicato, Jean Otoni, a situação da unidade é crítica.
“Hoje a situação do Gameleira é uma situação realmente de abandono. O número de policiais penais é muito baixo. Nós temos ali o trânsito interno onde os nossos colegas estão sobrecarregados. Eles que fazem todo tipo de atendimento, desde médico, trânsito interno, psicólogo, advogados”, afirmou.
O homem encontrado morto estava na lista vermelha da Interpol e havia sido extraditado dos Estados Unidos no começo do mês.Segundo informações da Polícia Federal, ele foi preso ao desembarcar no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte/Confins.
O homem tinha sido condenado por tentativa de homicídio em Belo Horizonte, crime cometido em janeiro de 2016.As circunstâncias da morte ainda serão investigadas.
Segundo Otoni, a sequência de óbitos seria reflexo da superlotação e da falta de efetivo na unidade prisional.