Prefeitura de SP proíbe operação de duas empresas de ônibus investigadas por elo com PCC
Transwolff e UPBus, que atendem 650 mil passageiros por dia, serão substituídas; prefeitura garante continuidade dos serviços e pagamentos aos funcionários

A Prefeitura de São Paulo anunciou nesta quarta-feira (29) a rescisão dos contratos das empresas de ônibus Transwolff e UPBus, que estão sob investigação do Ministério Público por suposta ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC).
Uma portaria será publicada ainda esta semana para identificar empresas interessadas em assumir as linhas e, assim, não interromper o serviço à população.
A Itatiaia entrou em contato com a Transwolff, em nota a empresa declarou que possui plenas condições financeiras para cumprir integralmente o contrato firmado com a Prefeitura de São Paulo:
"A empresa mantém a continuidade do serviço e adota uma gestão financeira rigorosa e alinhada com as exigências contratuais. Essa continuidade do serviço foi sempre mantida, mesmo com a Prefeitura não realizando o reequilíbrio financeiro devido conforme previsto no contrato. Esse descumprimento não pode ser ignorado ao se avaliar a situação financeira da empresa nem ser usado como justificativa para qualquer medida de caducidade do contrato", conluiu a nota da Transwolff
A empresa UPBus não enviou resposta sobre o assunto, até o momento da publicação. O espaço para manifestação permanece aberto.


