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Policiais fazem parto e salvam bebê que nasceu asfixiado em SP: 'Dever cumprido'

A criança nasceu com o cordão umbilical enrolado no pescoço, com o auxílio dos PMs Luara voltou a respirar

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Policiais posaram com a bebê após o final feliz da ocorrência  • Divulgação | Polícia Militar

Dois soldados do 27° Batalhão de Polícia Militar Metropolitana (BPM/M) foram acionados nesta sexta-feira (24) para auxiliar no parto de um bebê no Grajaú, na zona sul de São Paulo. O pai da criança ligou pedindo ajuda.

A equipe foi informada de que uma mulher entrou em trabalho de parto em casa e precisava de apoio. Ambos foram até o endereço e foram recebidos pelo marido de Gleice.

Segundo os agentes, ao se depararem com a situação, deram início ao atendimento para auxiliar no nascimento da filha do casal.

A menina, Luara, nasceu com o cordão umbilical envolta do pescoço e, por isso, não conseguia respirar. Os policiais repararam que ela estava arroxeada. "Ficamos preocupados e focamos em ajudá-la o mais rápido possível” contou o policial Leonardo Coli.

Os PMs conseguiram desenrolar o cordão umbilical. Para confirmar que estava tudo bem com a recém-nascida, o soldado Rodrigues colocou o dedo na mão da criança para fazer um teste de vida. “Ela apertou a mão do policial e demonstrou que estava tudo bem” disse.

Luara voltou a respirar normalmente. Os policiais aguardaram a chegada do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu). Mãe e filha foram levadas ao Hospital Grajaú, onde estão bem e seguem em observação.

Para o soldado Rodrigues, esse parto não foi sua primeira experiência, ao contrário de seu colega, soldado Coli. “Ao fim fomos tomados por uma sensação de alívio e o sentimento de dever cumprido”, diz o policial, que fez seu primeiro parto.