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PCS Lab: mulher testa falso positivo para HIV e filha recém-nascida recebe tratamento para soropositivos

Laboratório responsável pelo exame é o mesmo que realizou testes falsos negativos para HIV em doadores de órgãos e resultou na contaminação de seis pessoas

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Gestante acaricia barriga
Gestante acaricia barriga • Arthur William / Itatiaia

Após seis pessoas receberem órgãos contaminados com HIV depois que os exames dos doadores deram falsos negativos, uma mulher revelou ao portal G1 que também foi vítima das análises do laboratório PCS Lab. Diferente dos outros casos, o exame de Tatiane Andrade deu falso positivo logo após ela dar à luz a filha dela.

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Por causa do resultado equivocado, a bebê recém-nascida precisou receber tratamento para soropositivos por 28 dias. Além disso, Tatiane também não pôde amamentar a pequena Gabrielle, que nasceu prematura de sete meses. Ela teve que tomar um remédio para secar o leite.

Pouco tempo depois de receber a notícia, Tatiane resolveu fazer mais testes na maternidade para confirmar se estava, ou não, com o vírus. Contudo, na época, ela não recebeu os resultados desses exames e, por isso, procurou outro laboratório.

Foram 26 dias desde o falso positivo até o dia que Tatiane conseguiu provar que não estava contaminada com o vírus HIV. Ela ainda tentou acessar aos resultados dos exames feitos no hospital, mas a instituição se negou a passá-los a Tatiana. Em seguida, ela tentou retirar os exames no PCS Lab, de Nova Iguaçu. "Fui na sede de Nova Iguaçu e me disseram que não era meu direito pegar o resultado. Só depois que ameacei processar e chamar a imprensa que emitiram meu resultado, em janeiro desse ano", afirmou.

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Ana Luisa Sales é jornalista formada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Na Itatiaia desde 2022, já passou por empresas como ArcelorMittal e Record TV Minas. Atualmente, escreve para as editorias de cidades, saúde e entretenimento