PC investiga se menina levada pela mãe em motel era vítima de exploração sexual; veja o que se sabe
Segundo delegada do caso, a jovem contou que foi até o motel com a mãe e um amigo dela, após passar mal e o homem oferecer ajuda

A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga se a menina de 14 anos, abandonada pela própria mãe em um motel, em Magé, na Baixada Fluminense, era vítima de exploração sexual. O caso aconteceu na noite dessa segunda-feira (8), após a mulher passar a noite ingerindo bebida alcoólica com a filha e um homem.
Em entrevista à Itatiaia, a delegada do caso, Debora Rodrigues, disse que, em depoimento, a jovem contou que foi até o motel com a mãe e um amigo dela, após passar mal e o homem oferecer ajuda. A menor se escondeu na lavanderia do motel e foi encontrada por funcionários do local que chamaram a Polícia Militar.
A menina de 14 anos contou ainda que apenas discutiu com a mãe e se escondeu na lavanderia, por estar lá.
Já a mãe da adolescente, que também foi ouvida, negou a presença do homem e não o citou em depoimento. Segundo ela, apenas conhecia o suspeito de vista, mas estaria no motel porque a filha passou mal.
Segundo a delegada, a mulher deve responder por dar bebida alcoólica a menor de idade. A pena vai de 2 a 4 anos. Ela pode responder, também, por abandono de incapaz, com pena de 1 a 3 anos.
Câmeras de segurança do motel foram analisadas e o homem foi identificado. A adolescente passa agora por exame de corpo de delito, para saber se foi vítima de crimes sexuais.
A mulher e o homem podem responder, ainda, por estupro de vulnerável. A polícia suspeita, também, de exploração sexual da garota de 14 anos.
Quem responde pela menina é o Conselho Tutelar, já que a irmã da adolescente não ficou responsável por ela, ao alegar que trabalha muito e a jovem ser 'levada'.
O caso está sendo investigado.
Formada em jornalismo pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH), já trabalhou na Record TV e na Rede Minas. Atualmente é repórter multimídia e apresenta o Tá Sabendo no Instagram da Itatiaia.
Diana Rogers tem 34 anos e é repórter correspondente no Rio de Janeiro. Trabalha como repórter em rádio desde os 21 anos e passou por cinco emissoras no Rio: Globo, CBN, Tupi, Manchete e Mec. Cobriu grandes eventos como sete Carnavais na Sapucaí, bastidores da Copa de 2014 e das Olimpíadas em 2016.

