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PC da Bahia investiga causa do acidente com ônibus na BR-101 que matou dez pessoas

O tacógrafo do coletivo será levado para a cidade de Salvador

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O veículo saiu do Rio de Janeiro com destino a Porto Seguro. Ainda conforme o órgão, as vítimas feridas foram encaminhadas paro o hospital mais próximo da região. • Crédito: CNN Brasil

A Polícia Civil da Bahia vai analisar a velocidade do ônibus que tombou na BR-101, na altura da cidade Teixeira de Freitas, deixando dez mortos. O tacógrafo do coletivo será levado para a cidade de Salvador. As causas oficiais do acidente, ocorrido na manhã dessa quinta-feira (12), ainda são desconhecidas.

Um ônibus da empresa RM Viagens e Turismo, com sede do Rio de Janeiro, saiu da Penha, na Zona Norte da capital fluminense, com destino a Porto Seguro, levando 34 passageiros. O veículo bateu em um barranco e tombou quando passava pela BR-101. Oito pessoas morreram na hora e a outras duas vítimas morreram depois no hospital. Ao todo 23 pessoas, em sua maioria idosos, ficaram feridas e estão no Hospital Municipal da cidade.

O motorista do coletivo acredita que um carro com farol alto na direção contrária possa ter prejudicado sua visão. Além dele, passageiros e outras testemunhas serão ouvidos. A filha da organizadora da excursão, Lara da Silva, disse que a mãe sempre se preocupou com a regularização dos coletivos.

“A minha mãe procurava muito o ônibus legalizado, com toda a documentação em dia, com motorista apto para aquilo. A gente não tem palavras para os familiares e para essas pessoas que perderam seus entes queridos. É tudo muito triste, ainda mais quando a pessoa sai de casa para se divertir, para curtir momentos, e acontece essa fatalidade.”

Nas redes sociais, a empresa RM Viagens e Turismo disse que está prestando suporte necessário aos envolvidos e se colocou à disposição para fornecer qualquer informação para amenizar os impactos do ocorrido.

Os corpos das vítimas devem liberados do Instituto Médico Legal (IML) ainda nesta sexta-feira (12), para os sepultamentos no Rio de Janeiro.

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Diana Rogers tem 34 anos e é repórter correspondente no Rio de Janeiro. Trabalha como repórter em rádio desde os 21 anos e passou por cinco emissoras no Rio: Globo, CBN, Tupi, Manchete e Mec. Cobriu grandes eventos como sete Carnavais na Sapucaí, bastidores da Copa de 2014 e das Olimpíadas em 2016.