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‘Homi das pedrada’: pai conquista os filhos e a internet com Brega e MPB

Tom Brito contou à Itatiaia como sua trajetória com a música começou

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Tom Brito contou à Itatiaia como sua trajetória com a música começou • Reprodução

Na internet, ele é conhecido como ‘Homi das pedrada’, expressão atual utilizada para descrever alguma coisa, inclusive uma música, muito boa. Mas a modernidade fica só no termo. Tom Brito canta músicas icônicas do Brega e MPB. Nos vídeos publicados nas redes sociais, não são apenas as canções que conquistam o público, mas a cena de Tom cantando clássicos para os filhos crianças, que acompanham o pai na letra. 

À Itatiaia, Tom contou que sua história com a música começou quando pequeno. “Eu ainda era bem criança, bem criancinha mesmo, 3 anos de idade, e já andava com os meus pais, que eram músicos. [Eles] tinham uma banda de forró chamada Águias do Forró, onde meu pai era o sanfoneiro e cantor, e minha mãe cantava e tocava alguns instrumentos como triângulo e afoxé”, relembrou. 

Desde pequeno, o ‘Homi das pedrada’ teve contato com o forró raiz, conhecido como forró pé de serra. Aos 9 anos, ele lembra que passou a integrar a banda como zabumbeiro. Aos 15, começou a buscar a independência musical e tocar e cantar em bares. “A partir de alguns anos depois disso, foi me surgindo algumas oportunidades para cantar em bandas, para integrar alguns projetos”, contou o também compositor. 

Ele também afirma que desde sempre utiliza as redes sociais como aliadas para divulgação de seu trabalho. De um tempo para cá, a produção de conteúdo passou a ser um de seus ofícios. No Instagram, o ‘Homi das pedrada’ acumula 444 mil seguidores. No Tiktok, são 223,1 mil. 

Música e família

Nas redes sociais, os vídeos de Tom com a família são um dos que mais chamam atenção. Os pequenos Thomas, de 11 anos, e Theo, de 7, aparecem cantando músicas antigas com o pai. “Comecei com os meus pais, [quando] era muito pequeno, eu naturalmente carrego isso comigo, a musicalidade é muito forte. É inevitável que os meus filhos, que moram comigo, sejam afetados pela música, porque estou o tempo todo ouvindo música, tocando, com o violão no braço”, afirmou. 

Para as redes sociais, ele traz o convívio com a família e a música. “Além da musicalidade, a gente percebe que as pessoas são muito pegas pela família que é unida. Então tornou-se até um propósito. Além de tudo isso virar uma profissão, tornou-se um propósito da nossa vida mostrar uma família unida. E muitas vezes isso pode fazer com que casais voltem a criar os filhos juntos, as pessoas se permitam perdoar e viver em em comunhão com a família”, disse. 

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Jornalista pela PUC Minas. Na Itatiaia, escreve para Minas Gerais e Brasil. Anteriormente, trabalhou no jornal Estado de Minas como repórter de Gerais, com contribuições para os cadernos de Política, Economia e Diversidade.