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‘Nenhuma possibilidade está descartada sobre relaxamento ou facilitação’, diz Garcia sobre fuga de presos

Secretário de Politicas Penais afirmou que, se protocolos de segurança fosse seguidos, não haveria chance de fuga de detentos

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A Penitenciária Federal de Mossoró (RN) foi alvo da primeira fuga de uma prisão de segurança máxima da história no Brasil • MJSP

O secretário Nacional de Políticas Penais, André Garcia, afirmou durante coletiva de imprensa nesta quinta-feira (15) que, quando os procedimentos de segurança e protocolos são seguidos, as fugas de presos em penitenciárias federais são impossíveis de acontecer.

“Não há chance de fugas quando protocolos são seguidos rigorosamente”, afirmou o representante do Ministério da Justiça que está no Rio Grande do Norte acompanhando os trabalhos para a recaptura de detentos que fugiram na quarta-feira (14).

“Nenhuma das possibilidades está descartada, relaxamento ou facilitação, não posso adiantar nada, seria mera conjectura. Podemos classificar como crise, mas nessa situação é preciso ter muita prudência e capacidade de avaliações e agir com energia, para garantir que os processos sejam realizados. Mas, ´posso dizer que, é muito provável que os procedimentos de segurança não foram empregados como deveriam ser”, afirmou André Garcia.

Os fugitivos foram identificados como Rogério da Silva Mendonça, 36, conhecido como Tatu, e Deibson Cabral Nascimento, 34, chamado de Deisinho. Segundo as investigações, eles são ligados ao Comando Vermelho.

Segundo André Garcia, o nome dos dois fugitivos já foram incluídos na lista de procura da Interpol, com alerta vermelho para que eles não deixem o país.

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Editor de Política. Formado em Comunicação Social pela PUC Minas e em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Já escreveu para os jornais Estado de Minas, O Tempo e Folha de S. Paulo.

 

 

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