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Jovem que matou amiga envenenada com bolo de pote dormiu na casa dela no dia do crime

Pai de Ana Luiza, Silvio Ferreira das Neves, afirmou que a adolescente que confessou ter enviado o doce com veneno 'não demonstrou nenhuma reação'

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Ana Luiza passou mal horas após comer bolo de pote.
Ana Luiza passou mal horas após comer bolo de pote. • Reprodução | Redes Sociais

O pai de Ana Luiza de Oliveira Neves, de 17 anos, que morreu após comer um bolo envenenado, afirmou que a adolescente que confessou ter enviado o doce era colega da filha e dormiu na casa deles de sábado (31) para domingo (1º).

No sábado, Ana Luiza comeu o bolo de pote que recebeu com um bilhete misterioso, que dizia “um mimo para a garota mais linda que eu já vi”, passou mal, foi ao hospital e retornou para casa.

De acordo com Silvio Ferreira das Neves, no domingo, a filha passou mal novamente, caindo no chão do banheiro, e morreu a caminho do hospital. “Essa menina foi dormir lá em casa, acompanhou o caso todo. Viu [Ana Luiza] passando mal, viu a hora que a levei no hospital e, no outro dia, também viu minha menina caindo no banheiro e não demonstrou nenhuma reação”, disse o pai.

Segundo o delegado Vitor Santos de Jesus, a adolescente que enviou o bolo tinha "raiva" e "ciúmes" de Ana Luiza. A adolescente confessou ter envenenado o bolo e disse que agiu sozinha.

Ainda de acordo com o delegado, que considera o caso concluído, a jovem que enviou o bolo que estaria envenenado aparentava ter problemas de autoestima e algum desequilíbrio mental. E as duas estudavam em escolas diferentes. A jovem foi apreendida e levada para a Fundação Casa.

O que diz a legislação?

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Yuri Cavalieri é jornalista e pós-graduado em política e relações internacionais. Tem mais de 13 anos de experiência em rádio e televisão. É correspondente da Itatiaia em São Paulo. Formado pela Universidade São Judas Tadeu, na capital paulista, começou a carreira na Rádio Bandeirantes, empresa na qual ficou por mais de 8 anos como editor, repórter e apresentador. Ainda no rádio, trabalhou durante 2 anos na CBN, como apurador e repórter. Na TV, passou pela Band duas vezes. Primeiro, como coordenador de Rede para os principais telejornais da emissora, como Jornal da Band, Brasil Urgente e Bora Brasil, e repórter para o Primeiro Jornal. Em sua segunda passagem trabalhou no núcleo de séries e reportagens especiais do Jornal da Band.

 

 

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