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Investigado por chefiar milícia é morto a tiros em quiosque no Rio de Janeiro

O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios, que está em busca de testemunhas e informações para esclarecer autoria e motivação do crime

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O miliciano Sérgio Rodrigues da Costa, conhecido como Sérgio Bomba, foi baleado em um quiosque da Avenida Lúcio Costa, orla da praia do Recreio do Bandeirantes, Zona Oeste da capital Fluminense • Divulgação

O miliciano Sérgio Rodrigues da Costa, conhecido como Sérgio Bomba, morreu na noite desse domingo (21), após ser baleado em um quiosque da Avenida Lúcio Costa, orla da praia do Recreio do Bandeirantes, Zona Oeste da capital Fluminense.

O miliciano, que era investigado por chefiar uma milícia em Sepetiba, também na Zona Oeste, estava com uma mulher no quiosque, quando foi executado por um homem armado que se aproximou e fez os disparos. A Polícia Militar foi acionada ao local. O quiosque foi isolado e preservado para perícia.

O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios da capital fluminense, que está em busca de testemunhas e informações para identificar a autoria e esclarecer a motivação do crime.

Sérgio Bomba está envolvido na guerra com o miliciano Rui Paulo Gonçalves Estevão, braço direito do miliciano Luís Antônio da Silva Braga, o Zinho, preso no fim do ano passado. Ele também já havia sido preso durante a Operação Horus, da Polícia Civil, contra criminosos que cobram taxas a moradores e comerciantes, grilagem de terras e roubo e clonagem de veículos.

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Diana Rogers tem 34 anos e é repórter correspondente no Rio de Janeiro. Trabalha como repórter em rádio desde os 21 anos e passou por cinco emissoras no Rio: Globo, CBN, Tupi, Manchete e Mec. Cobriu grandes eventos como sete Carnavais na Sapucaí, bastidores da Copa de 2014 e das Olimpíadas em 2016.