Edson Davi: buscas por menino que desapareceu em praia do Rio completam duas semanas
Testemunhas ouvidas pela polícia afirmaram que viram Edson Davi entrar no mar três vezes antes de sumir; polícia acredita em afogamento

O desparecimento do menino Edson Davi Silva de Almeida, de 6 anos, completa duas semanas nesta quinta-feira (18). A criança foi vista pela última vez próxima ao posto 4, na praia da Barra da Tijuca, no dia 4 de janeiro.
Apesar de acreditar que o menino tenha se afogado, a Polícia Civil trabalha com outras linhas de investigação. O objetivo é esgotar todas as possibilidades, inclusive a hipótese de que o menino tenha sido sequestrado. As buscas continuam, inclusive pelo mar. Agora, um helicóptero da polícia foi incorporado aos equipamentos utilizados.
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Polícia acredita em afogamento
A Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA) trabalha com a hipótese de que o menino tenha se afogado, apesar da família não acreditar na versão. Testemunhas ouvidas pela polícia afirmaram que viram Edson Davi entrar no mar três vezes antes de sumir. Na última, o pai dele teria chamado sua atenção.
Uma das testemunhas afirma que o menino pediu uma prancha emprestada para entrar na água, mas não foi atendido porque o mar estava revolto. Em depoimento, o homem que trabalha com o pai dele afirmou que também teria pedido para o menino sair da água tendo em vista as condições do mar.
Entenda o caso
O menino Edson David, de 6 anos, desapareceu na praia da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, no dia 4 de janeiro. Segundo os familiares do garoto, a criança estava brincando, ao lado da barraca da família, na altura do posto 4, antes de sumir.
Nas imagens, o homem aparece brincando com Edson Davi e outras duas crianças, que são filhas dele. A PC mostrou as imagens para o estrangeiro que se reconheceu nelas. Em depoimento, ele disse que jogou bola com o menino por 20 minutos. Depois, o estrangeiro teria ido para o hotel, na companhia da esposa e de três filhos. Segundo o homem, ele não viu para onde Edson Davi foi após a brincadeira.
*Com informação de Diana Rogers
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Fernanda Rodrigues é repórter da Itatiaia. Graduada em Jornalismo e Relações Internacionais, cobre principalmente Brasil e Mundo.


