Caso Vitória: plástico nas mãos da adolescente pode ter sido usado para evitar DNA
Acredita-se que os autores do crime tentaram evitar que a jovem, ao se defender, arranhasse seus agressores e depositasse material genético sob suas unhas

As autoridades policiais seguem com a investigação da morte da jovem Vitória Regina de Souza, de 17 anos, cujo corpo foi encontrado em Cajamar, na Grande São Paulo, com sinais brutais de violência. A vítima, que trabalhava como caixa de restaurante, teve suas mãos envolvidas em um invólucro plástico, uma tática que, conforme as investigações, visava impedir a coleta de vestígios de material genético.
Segundo informações divulgadas pelo Metrópoles, nessa sexta-feira (7), essa medida indica uma ação criminosa meticulosamente planejada. Acredita-se que os autores do crime tentaram evitar que a jovem, ao se defender, arranhasse seus agressores e depositasse material genético sob suas unhas.
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Até o momento, a polícia está investigando o envolvimento de sete indivíduos distintos: dois homens que intimidaram a adolescente no transporte público durante seu trajeto para casa, dois outros que interagiram com a vítima enquanto ela caminhava para sua residência, o ex-namorado e um parceiro.
Três automóveis, indicados por testemunhas, foram periciados: um Corolla, um Corsa branco e um Toyota Yares. Nos dois primeiros veículos, foi encontrado um fio de cabelo em cada um deles. Esse material foi encaminhado para análise no Instituto Médico Legal (IML) para determinar se pertence à jovem.
Até o momento, nenhum vestígio da presença da vítima foi encontrado no Toyota Yares.
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