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Brasileira que caiu durante trilha em vulcão na Indonésia recebe comida e deve ser resgatada hoje

A informação foi repassada à Itatiaia no início da tarde deste sábado (21) pela irmã da jovem

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Juliana Marins tem 26 anos e está há mais de 13 horas esperando por resgate.
Juliana Marins tem 26 anos e está há mais de 13 horas esperando por resgate • Imagens cedidas à Itatiaia

A Embaixada da Indonésia informou que a publicitária brasileira Juliana Marins, que caiu em uma trilha guiada no vulcão Rinjani, em Lombok, está viva e estabilizada. A informação foi repassada à Itatiaia no início da tarde deste sábado (21) pela irmã da jovem, Mariana Marins. A mulher deve ser resgatada ainda hoje pelas autoridades do país.

“O parque é de difícil acesso. É uma montanha, é um vulcão, porém é um parque. Tem turismo, pessoas em trilha e não tem nenhum resgate de prontidão”, disse a irmã de Juliana, Mariana Marins, mais cedo, à Itatiaia.

Familiares da publicitária souberam do acidente pela internet. Um grupo de trilheiros que passou pelo local cerca de três horas depois da queda filmou imagens da jovem com um drone e começou a divulgar a informação nas redes sociais.

Devido à dificuldade de acesso à área, uma equipe de montanhistas teve que ser acionada.

Mariana afirmou estar apreensiva pela irmã. “Começou a chover, a neblina está forte. Provavelmente as pedras onde ela caiu estão molhadas e ela está escorregando cada vez mais. Ela está bem na beirada do precipício. Se ela escorregar um pouco mais, ela não vai sobreviver", lamentou.

"A gente não sabe se ela quebrou algum osso, como está a parte física dela. Disseram agora para a gente que ela acabou de dar um grito muito alto, provavelmente de desespero, de ver que está na beira do precipício e ninguém fazendo nada", acrescentou.

Juliana é publicitária e está em um mochilão pela Ásia sem conhecidos. Segundo a família da jovem, ela já passou pelas Filipinas, Vietnã e Tailândia.

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Jornalista pela UFMG, Lucas Negrisoli é editor de política. Tem experiência em coberturas de política, economia, tecnologia e trends. Tem passagens como repórter pelo jornal O Tempo e como editor pelo portal BHAZ. Foi agraciado com o prêmio CDL/BH em 2024.

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Diana Rogers tem 34 anos e é repórter correspondente no Rio de Janeiro. Trabalha como repórter em rádio desde os 21 anos e passou por cinco emissoras no Rio: Globo, CBN, Tupi, Manchete e Mec. Cobriu grandes eventos como sete Carnavais na Sapucaí, bastidores da Copa de 2014 e das Olimpíadas em 2016.