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Após operação deixar 5 mortos no RJ, suspeito de matar policial casado com juíza é preso

Antônio Augusto D'Angelo da Fonseca foi encontrado escondido no apartamento da mãe em Copacabana; ele foi localizado após o fim da operação que o procurava no mesmo bairro

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Antônio Augusto D'Angelo da Fonseca, um dos suspeitos de matar o policial João Pedro Marquini, marido da juíza Tula Mello • Reprodução

A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu, na noite desta terça-feira (15), Antônio Augusto D'Angelo da Fonseca, um dos suspeitos de matar o policial da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), a tropa de elite da corporação, João Pedro Marquini.

O suspeito foi encontrado escondido no apartamento da mãe, em Copacabana - mesmo bairro em que houve, durante o dia, uma operação para cumprir dois mandados de prisão contra os suspeitos de assassinar o agente.

No entanto, a ação da PC na Ladeira dos Tabajaras, comunidade que fica entre Copacabana e Botafogo, na Zona Sul do Rio, acabou terminando sem ninguém preso.

Policial assassinado

João Pedro Marquini, da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ), foi assassinado a tiros no dia 30 de março, no Rio de Janeiro. A principal linha de investigação é que João Pedro tenha sido vítima de latrocínio — roubo seguido de morte.

O agente seguia em um carro atrás do da esposa, a juíza Tula Mello, do III Tribunal do Júri do Rio de Janeiro, quando criminosos armados anunciaram um assalto. O policial reagiu à ação criminosa, o que deu início a um confronto. Marquini, como era conhecido, foi atingido pelos disparos e faleceu. O veículo da esposa do agente era blindado, e ela não se feriu.

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Fernanda Rodrigues é repórter da Itatiaia. Graduada em Jornalismo e Relações Internacionais, cobre principalmente Brasil e Mundo.