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Anvisa forma maioria para manter vapes proibidos no Brasil

Esses dispositivos não podem ser vendidos no país desde 2009, apesar da disponibilidade dos cigarros eletrônicos no comércio popular e online

A diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) formou maioria, nesta sexta-feira (19), para manter a proibição de vapes (cigarros eletrônicos) no Brasil.

Esses dispositivos não podem ser vendidos no país desde 2009, apesar da disponibilidade dos cigarros eletrônicos no comércio popular e online.

Ainda são necessários os votos de dois diretores da Anvisa. Até agora, contribuíram: Antonio Barra Torres, diretor-presidente da Anvisa e relator, e os diretores Danitza Buvinich e Daniel Pereira.

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No ano passado a diretoria colegiada aprovou, por unanimidade, um relatório técnico indicando a necessidade de manter a proibição desses dispositivos e adotar medidas adicionais para coibir o comércio irregular, como a intensificação das ações de fiscalização e campanhas educativas.

ASSUNTO NO CONGRESSO

Além da discussão na Anvisa, um Projeto de Lei (PL) em tramitação no Congresso Nacional, também trata sobre o tema. A proposta propõe autorizar a produção, importação, exportação e consumo de cigarros eletrônicos no Brasil.


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Jornalista nascida na capital federal. Graduada pelo Instituto de Educação Superior de Brasília (Iesb), foi editora de política nos jornais O Tempo e Poder360. É especializada em Língua Portuguesa e Revisão de Texto. Na Itatiaia, é Supervisora de Conteúdo desde fevereiro de 2024.
Repórter da Rádio Itatiaia em Brasília atuando na cobertura política dos Três Poderes. Mineiro formado pela PUC Minas Gerais, já teve passagens como repórter e apresentador pela Rádio BandNews FM, Jornal Metro e O Tempo. Vencedor do prêmio CDL de Jornalismo em 2021 e Amagis 2022 na categoria rádio.
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