Itatiaia
Conteúdo Patrocinado:
Conteúdo patrocinado é o espaço para as marcas se comunicarem com o público.
Conteúdos Banco Inter

9 estratégias que fizeram o Inter alcançar recordes no 2º tri de 2026

Instituição financeira combina expansão de crédito, foco em monetização, inovação com IA e disciplina de custos para atingir lucro líquido recorde de R$ 421 milhões

Por
Bandeira laranja tremulando no céu com o logo do banco Inter em branco
Bandeira do Inter. • Divulgação Inter

O Inter encerrou o segundo trimestre de 2026 com o que define como seu trimestre mais forte até agora. Pela primeira vez na história, a instituição ultrapassou R$ 100 bilhões em ativos totais, conquistou lucro líquido recorde de R$ 421 milhões e 29% de crescimento da carteira de crédito.

Os resultados, apresentados no relatório do segundo trimestre da companhia, são sustentados por um conjunto de estratégias que vão desde o aumento da relevância das ofertas de crédito até o uso de inteligência artificial para ferramentas e engajamento dos clientes.

Quais foram as principais estratégias do Inter?

1. Expansão da carteira de crédito com foco em consignado privado

A carteira de crédito diversificada cresceu 29% na comparação anual, mais de três vezes o ritmo do mercado brasileiro no mesmo período.

O destaque foi o crédito consignado privado, que atingiu R$ 2,8 bilhões por meio de um modelo altamente escalável, de baixo custo e colateralizado. Ainda, o home equity e o financiamento imobiliário expandiram 37%, enquanto a carteira de cartão de crédito teve alta de 23% ano contra ano.

2. Aumento do volume de empréstimos por cliente ativo

O crescimento da carteira de crédito foi sustentado por uma alta de 11% no volume de empréstimos por cliente ativo.

Esse desempenho, segundo o relatório, demonstra a relevância das ofertas da instituição, especialmente o crédito consignado privado, que representa uma oportunidade significativa de expansão da penetração de crédito na base.

3. Monetização com recorde de ARPAC

O ARPAC (Average Revenue Per Active Customer) é a sigla para a Receita Média por Cliente Ativo. A métrica financeira e operacional é essencial para grandes instituições financeiras digitais e fintechs, e é usada para medir o nível de engajamento e a rentabilidade do seu público.

No Inter, o indicador cresce de maneira consistente: o ARPAC líquido do segundo trimestre atingiu um recorde de R$ 35,5 no segundo trimestre, um crescimento de 10% na comparação anual. Os grupos mais maduros de clientes entregaram ARPAC bruto acima de R$ 100.

4. Inovação com agente de IA Seven

A inovação segue definindo a estratégia da companhia. A Seven, agente de inteligência artificial para clientes, alcançou 6 milhões de usuários ativos.

De acordo com o relatório, a ferramenta está transformando a experiência dos clientes, aprimorando a tomada de decisões e simplificando de forma integrada as transações dentro do ecossistema do Inter.

5. Crescimento seletivo da base de clientes

O Inter adotou uma abordagem mais seletiva para o crescimento da base, mantendo altas taxas de ativação durante o processo de onboarding.

No segundo trimestre, a instituição atingiu 26,4 milhões de clientes ativos, com taxa de ativação de 58,3%. Nos últimos 12 meses, foram adicionados 3,7 milhões de novos clientes ativos à plataforma.

6. Engajamento recorde em transações e Pix

A média de logins diários passou de 18 milhões no segundo trimestre de 2025 para 22 milhões no mesmo período de 2026. Ainda, o Inter processou em média 32 milhões de transações financeiras por dia, ante 26 milhões em junho de 2025.

A participação de mercado em transações via Pix chegou a cerca de 9%, com crescimento de 26% no comparativo anual. O TPV (Volume Total de Pagamentos) entre Pix, débito e cartão de crédito somaram R$ 453 bilhões no trimestre.

7. Segmentação de cartões com Win, Prime e One

O TPV (Volume Total de Pagamentos) do cartão de crédito apresentou crescimento de 18% no período, impulsionado pela proposta de valor em diferentes segmentos: Win, para clientes de alta renda; Prime, para clientes de renda média-alta; e One, para o varejo.

A carteira de cartão de crédito que gera juros também cresceu, resultando em receita de juros 64% maior no trimestre na comparação anual.

8. Disciplina de custos e eficiência operacional

As despesas operacionais cresceram 19% ano contra ano, bem abaixo do crescimento de 32% nas receitas líquidas no mesmo período. O índice de eficiência atingiu 42,1%.

O número de funcionários permaneceu estável em aproximadamente 4.000. O CTS, que mede o custo total de processar e entregar um produto ou serviço desde o pedido inicial até o cliente final, ficou estável em R$ 13,2, contribuindo para a melhora da margem líquida por cliente ativo.

9. Diversificação de captação e fortalecimento de capital

Os depósitos totais atingiram R$ 77 bilhões, um aumento de 24% ano a ano, com 9 milhões de clientes investidores. O custo de funding permaneceu em 66% do CDI, um dos menores do mercado.

Além disso, a companhia conta com excesso de capital de R$ 2,3 bilhões, com índice de Basileia em 14,4% em junho de 2026.

Outras metas da companhia estão perto de serem alcançadas

A “Rule of 50”, meta anunciada recentemente pelo Inter no Owners’ Day, em maio deste ano, está cada vez mais próxima. Com crescimento total da receita líquida ano a ano em 31,7%, mais ROE (Retorno sobre Patrimônio Líquido) de 16,3%, o resultado já chega a 48%.

O objetivo é uma métrica de crescimento e rentabilidade adotada como a principal diretriz para os próximos três anos, e complementar ao Plano 60/30/30.

Foi inspirado na “Rule of 40”, métrica popular entre as empresas de tecnologia dos EUA. Ela se traduz na meta de que a soma do crescimento da companhia com a sua rentabilidade deve superar os 40%. Com a adaptação feita pelo Inter, o número deve ultrapassar 50%.

 

 

 

Belo Horizonte