Belo Horizonte
Itatiaia

Seis mil garrafas de azeite e 28 toneladas de feijão são aprendidos pelo Mapa

Força-tarefa do Ministério da Agricultura e Pecuária mira fraudes em alimentos, visando garantir segurança alimentar

Por
Também foram inutilizados 16.380 litros de azeite importado por estarem adulterados
Também foram inutilizados 16.380 litros de azeite importado por estarem adulterados • Pixabay

Seis mil e trinta e uma garrafas de azeite de oliva falsificado e 28 toneladas de feijão com elevado teor de impurezas e pedras foram apreendidos pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), durante ação de fiscalização em fábricas e comércios em São Paulo.   A força-tarefa foi montada com o objetivo de combater fraudes em alimentos, visando garantir a segurança alimentar dos consumidores, num período em que o consumo de alimentos aumenta devido às festividades de fim de ano. Outras blitzes, como essa, devem acontecer em outras regiões do país, até o final do ano.

Nessa ação, também foram inutilizados 16.380 litros de azeite importado por haver constatação da adulteração, sendo considerado impróprio para consumo. O azeite de oliva é o segundo produto alimentar mais fraudado do mundo, apenas atrás do pescado. A fraude mais comum é a mistura de óleo de soja com corantes e aromatizantes artificiais.    

“O azeite de oliva falsificado representa um risco para a saúde dos consumidores, uma vez que não atende aos padrões de qualidade estabelecidos. A adulteração desse produto é uma prática recorrente, sendo alvo frequente de fiscalizações para garantir a autenticidade e segurança alimentar”, destaca o chefe do Serviço Regional de Operações Avançadas de Fiscalização e Combate a Fraudes, Kleber Basso.  

Na fiscalização do feijão, além do elevado teor de impurezas, incluindo pedras, que colocava em risco a saúde dos consumidores e comprometia a integridade do produto, foram encontradas também, grãos de soja.  

“É importante ressaltar que a presença não declarada de soja, um alergênico, em produtos como feijão pode representar riscos à saúde e, por isso, a rápida intervenção se fez necessária”, complementa Basso. 

A embaladora responsável foi fiscalizada e o estabelecimento foi intimado e deve se adequar junto aos requisitos das Boas Práticas de Fabricação. Os produtos serão submetidos a análises e as marcas envolvidas serão divulgadas após laudo definitivo. 

A ação conjunta, coordenada pelo Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal, contou com a participação de auditores fiscais federais agropecuários e agentes de atividades agropecuários dos estados do Distrito Federal, São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Piauí. 

Por

A Rádio de Minas. Tudo sobre o futebol mineiro, política, economia e informações de todo o Estado. A Itatiaia dá notícia de tudo.