Cachaças de Minas Gerais conquistam o topo e dominam pódio no Prêmio CNA Artesanal 2026
Rótulo de Igarapé (MG) vence na categoria Branca e lidera presença mineira com 4 das 10 posições premiadas; produto de Alexânia (GO) leva o ouro entre as amarelas

A tradição alambiqueira de Minas Gerais voltou a brilhar nacionalmente durante a cerimônia do Prêmio CNA Brasil Artesanal 2026, realizada pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) nesta quinta-feira (15), na sede da entidade, em Brasília.
Com rótulos premiados tanto entre as cachaças brancas quanto entre as envelhecidas (amarelas), o estado reafirmou sua vocação na produção de bebidas de alta qualidade. O destaque da noite foi a Cachaça Durvalina, de Igarapé (MG), que conquistou o 1º lugar nacional na categoria Cachaça Branca.
A modalidade Cachaça de Alambique foi a mais concorrida desta edição da premiação, somando 170 amostras inscritas por produtores de diversas regiões do país. A edição também 115 amostras de doce de leite e 85 de azeite de oliva.
Confira o ranking das melhores cachaças de alambique do Brasil
Categoria: Branca
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1º lugar: Cachaça Durvalina, de Igarapé-MG
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2º lugar: Cachaça Pol, de Marau-RS
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3º lugar: Cachaça Padre Doutor, de Córrego Fundo-MG
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4º lugar: Cachaça Fé, de Morungaba-SP
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5º lugar: Cachaça Bússola de Prata, de São Francisco do Sul-SC
Categoria: Amarela
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1º lugar: Cachaça Cana da Terra Extra Premium, de Alexânia-GO
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2º lugar: Cachaça Dona Diva Extra Premium, de Pouso Alegre-MG
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3º lugar: Cachaça DiBonito 3 Madeiras, de Bonito-MS
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4º lugar: Cachaça Princesa do Vale, de Pedra Azul-MG
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5º lugar: Cachaça Nobre Marujo, de São Francisco do Sul-SC
Critérios e categorias da premiação
O processo de seleção dos campeões contou com diferentes etapas de avaliação, que incluíram um júri técnico composto por especialistas do setor e uma degustação às cegas pelo júri popular, na qual as amostras foram analisadas sem identificação de rótulos. A história de vida e a trajetória de cada produtor rural também computaram pontos no resultado final. No total, a edição recebeu 170 amostras de cachaça de alambique, 115 de doce de leite e 85 de azeite de oliva.
A disputa contemplou cinco vencedores em duas categorias para cada modalidade. O concurso de Doce de Leite dividiu os concorrentes entre "Pastoso" e "Em Barra"; a Cachaça de Alambique avaliou rótulos nas categorias "Branca" e "Amarela"; enquanto a disputa de Azeite premiou os melhores nas modalidades "Blend" e "Monovarietal". Os primeiros colocados de cada segmento receberão certificados, premiação em dinheiro e o direito de uso dos Selos Ouro, Prata e Bronze do concurso.
Criado em 2019 pela CNA, o Prêmio Brasil Artesanal busca valorizar pequenos e médios produtores rurais, incentivando a profissionalização do setor e o fortalecimento da identidade regional dos alimentos brasileiros. Em edições anteriores, a iniciativa já consagrou destaques nacionais em cadeias como queijos, geleias, chocolates, salames, charcutaria, vinhos, cafés especiais, mel e cervejas.
Formada em jornalismo pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH), Giullia Gurgel é repórter multimídia da Itatiaia. Atualmente escreve para as editorias de Agro e Brasil.
Formada pela PUC Minas, Gabriela é apaixonada por redes sociais e novidades do meio. Ela faz parte do time de Redes da Itatiaia, mas também contribui nas editorias de Gastronomia e Entretenimento.




