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Nem palavras cruzadas nem xadrez: o exercício que fortalece o cérebro dos idosos

Mudança de hábito exige mais atenção do cérebro e pode ajudar a manter a mente ativa durante o envelhecimento

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Idoso usando o telefone
Imagem de um idoso • Magnific

Manter o cérebro ativo ao longo do envelhecimento não depende apenas de palavras cruzadas, caça-palavras ou partidas de xadrez. Um hábito simples do dia a dia pode estimular o sistema nervoso e ajudar a preservar a capacidade cognitiva dos adultos mais velhos: realizar tarefas com a mão não dominante.

Qual exercício fortalece o cérebro dos idosos?

Uma das atividades sugeridas é escovar os dentes usando a mão que normalmente não é utilizada. A mudança faz com que o cérebro saia do chamado “piloto automático” e passe a coordenar conscientemente movimentos que não fazem parte da rotina.

A mesma estratégia pode ser aplicada a outras tarefas, como pentear o cabelo, comer, escrever, usar o mouse ou abrir portas com a mão não dominante. Segundo o conteúdo consultado, a novidade exige maior atenção e estimula diferentes áreas do cérebro.

Por que usar a mão não dominante pode estimular o cérebro?

Ao realizar movimentos precisos com a mão não dominante, o cérebro precisa se adaptar a uma atividade que não está automatizada. Esse processo pode estimular novas conexões entre os neurônios e contribuir para a chamada reserva cognitiva.

A ideia é variar atividades e introduzir pequenas novidades na rotina. Quando uma tarefa é repetida sempre da mesma maneira, ela tende a se tornar automática. Ao mudar a forma de executá-la, o cérebro precisa novamente prestar atenção aos movimentos.

Outros exercícios simples para idosos

Além de escovar os dentes com a mão não dominante, outras tarefas cotidianas podem ser feitas de maneira diferente para estimular a atividade cerebral. Entre os exemplos estão:

  • Pentear o cabelo com a mão não dominante;
  • Comer usando a outra mão;
  • Escrever com a mão que não costuma ser utilizada;
  • Utilizar o mouse do computador com a outra mão;
  • Abrir portas e realizar outras tarefas simples com a mão não dominante.

A proposta é inserir novidades na rotina e evitar que todas as atividades sejam realizadas de forma totalmente automática.

Exercício pode ajudar a preservar a saúde cognitiva

O uso da mão não dominante é apresentado como uma forma simples de estimular o cérebro no cotidiano. A atividade exige coordenação, atenção e adaptação, podendo contribuir para manter a mente ativa durante o envelhecimento.

Embora hábitos como palavras cruzadas e xadrez continuem sendo opções de estímulo mental, pequenas mudanças em tarefas comuns também podem representar uma maneira prática de desafiar o cérebro.

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