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Chá ganha destaque em estudos sobre inflamação crônica; conheça

Rico em catequinas, L-teanina e cafeína, o matcha reúne compostos associados pela ciência à redução do estresse oxidativo e de processos inflamatórios no organismo

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cha verde
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O chá matcha vem chamando a atenção de pesquisadores por seu potencial de ajudar a combater processos ligados à inflamação crônica de baixo grau. Feito a partir de folhas de Camellia sinensis (chá-da-índia) cultivadas à sombra e moídas até virar pó, ele concentra compostos bioativos em quantidade superior à encontrada no chá verde convencional.

A inflamação crônica é diferente daquela que surge após uma lesão e desaparece durante a recuperação. Conforme destaca o site argentino Infobae, ela pode permanecer de forma silenciosa no organismo e está associada a um maior risco de problemas como doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e alterações cognitivas. Segundo uma revisão publicada em 2024, inflamação e estresse oxidativo estão relacionados e podem contribuir para a manutenção desse processo.

Catequina

Entre os componentes do matcha, a epigalocatequina-3-galato, conhecida como EGCG, é uma das substâncias mais estudadas. Uma revisão publicada em janeiro de 2026 apontou que ela pode atuar sobre vias relacionadas à inflamação e reduzir a ação de algumas moléculas pró-inflamatórias.

Pesquisas também investigam possíveis efeitos da EGCG sobre a saúde cardiovascular e o sistema nervoso. Estudos reunidos em revisões científicas indicaram relações com redução do colesterol LDL, do estresse oxidativo e de processos inflamatórios.

O matcha também contém L-teanina e cafeína. Segundo uma revisão sistemática e metanálise publicada em 2026, uma dose única de L-teanina apresentou melhora estatisticamente significativa no tempo de reação em tarefas de atenção, além de uma redução modesta do estresse agudo.

Apesar dos resultados promissores, os estudos destacam que não atestam que o matcha seja capaz de prevenir ou tratar doenças sozinho.

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Jornalista graduado com ênfase em multimídia pelo Centro Universitário Una. Com mais de 10 anos de experiência em jornalismo digital, é repórter do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Antes, foi responsável pelo site da Revista Encontro, e redator nas agências de comunicação Duo, FBK, Gira e Viver.

 

 

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