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Polícia Civil apura suposto estelionato em agência de viagens de Varginha

Investigação sobre crimes de estelionato em Varginha já identifica 15 ocorrências no Sul de Minas; agência encerra atividades e alega crise financeira.

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PCMG investiga
Caso aconteceu em Varginha e outras cidades da região. • Polícia Civil/Imagem Ilustrativa

A Polícia Civil instaurou um procedimento investigatório para apurar possíveis crimes de estelionato em Varginha, que teriam sido praticados por uma agência de viagens que decretou falência. Conforme a PCMG, foram identificadas, até agora, 15 ocorrências policiais em várias cidades do Sul de Minas, como Varginha, Três Corações, Três Pontas, Poços de Caldas e Cambuquira.

“Não entrou em contato comigo não, acho que ela soltou uma nota para uma emissora de televisão. Que lá ela fala, né? Ela fez agora uma mensagem automática porque não tá atendendo, não tá falando com ninguém, que nos próximos 15 dias, quando a acho que a poeira abaixar, ela vai começar a analisar. Não tive valor nenhum ainda devolvido”, disse a vítima.

Nas redes sociais, a agência de viagens publicou uma nota dizendo que, após enfrentar severas crises financeiras e crises causadas por difamações, injúrias e ameaças, não viu outra alternativa exceto encerrar suas atividades. De acordo com o comunicado, as demandas relativas a contratos firmados serão centralizadas, analisadas e reprogramadas dentro de um período estimado de até 6 meses.

O canal oficial de atendimento informado é um número de WhatsApp, somente por mensagens escritas em horário comercial. A empresa ressaltou que eventuais comunicações com conteúdo ofensivo ou ameaçador serão registradas e poderão ser objeto de medidas cabíveis.

A Rádio Itatiaia Sul de Minas encaminhou mensagem de texto no canal informado e recebeu a seguinte resposta automática:

“Este é o canal oficial de atendimento. Informamos que a empresa encerrou suas atividades por inviabilidade econômico-financeira. No momento, o atendimento individual encontra-se temporariamente suspenso por até 15 dias, para organização interna das demandas. Não há disponibilidade financeira para devoluções imediatas. Novas orientações serão comunicadas após esse período. Mensagens ofensivas ou ameaças serão registradas.”

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Franciele Brígida é comunicadora formada pelo Centro Universitário do Sul de Minas (UNIS). Atua como repórter multimídia na Itatiaia Sul de Minas desde 2023.

 

 

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