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Estudo da UFLA alerta para circulação de superbactérias entre humanos e animais

Pesquisa identifica cepas de Escherichia coli resistentes a antibióticos em Lavras e reforça riscos da conexão entre saúde humana e animal.

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Segundo a professora Elaine Dorneles, coordenadora do projeto, essa resistência dificulta o tratamento de infecções e pode causar riscos graves em hospitais e fazendas.
Estudo analisou mais de cem amostras e descobriu que as mesmas bactérias circulam entre pessoas, cães e rebanhos. • Fundecc/Divulgação

Pesquisadores da Universidade Federal de Lavras (UFLA) identificaram um risco crescente à saúde pública: a circulação de cepas da bactéria Escherichia coli altamente resistentes a antibióticos. O estudo, financiado pela Fapemig, revelou uma proximidade genética alarmante entre bactérias isoladas de seres humanos, animais de produção e animais de estimação, indicando que o microrganismo transita entre diferentes espécies.

O projeto atua sob o conceito de "Saúde Única", que entende a integração entre saúde humana, animal e ambiental. Além do trabalho laboratorial, o grupo realiza ações de extensão orientando produtores rurais sobre o uso responsável de antibióticos pelo Laboratório Integrado de Sanidade Animal e Saúde Coletiva (LISASC). O alerta central dos pesquisadores é que compreender essa circulação é essencial para criar políticas públicas e evitar crises sanitárias.

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Franciele Brígida é comunicadora formada pelo Centro Universitário do Sul de Minas (UNIS). Atua como repórter multimídia na Itatiaia Sul de Minas desde 2023.

 

 

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